domingo, 22 de fevereiro de 2015

estão prontos pra mais sonhos obscenos?

voltamos em março com novos contos,fotos e videos,aguardo vocês em março com muitas putarias a parti do dia 12. arrasem com seus paus pra fora

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

BANHO COM O PAPAI

Meu nome é Victor e tenho dezessete anos. Resolvi escrever sobre que aconteceu comigo. Transei com o meu pai no chuveiro e depois, na cama. Nunca transei com outros caras, apesar de curiosidade sobre o assunto, mas jamais imaginei que seria com meu pai. Eu estava sozinho, em casa, e resolvi tomar um banho. Foi quando meu pai chegou. Ele costuma chegar cansado do trabalho e a primeira coisa que gosta de fazer é tomar um banho. Ele odeia quando o banheiro está ocupado ao chegar do trabalho. E hoje ele chegou mais cedo, justamente quando eu estava tomando banho. Percebi que ele havia chegado, porque bateu na porta do banheiro e gritou meu nome. Não dei bola e continuei com meu banho. Mas não demorou muito e ele bateu de novo, berrando meu nome. -O que foi, pai? Tô tomando banho! - gritei também. E resolvi apressar o meu banho. Se eu demorasse muito, sei que ele ficaria furioso. Mas ele não se conformou. Começou a esmurrar a porta pra valer. Aquilo me irritou. Saí do Box, com o chuveiro ligado ainda, e fui abrir a porta. Coloquei minha cabeça do lado de fora para brigar com o meu pai, mas ele começou a empurrar a porta, querendo entrar. -Ah, não! Você não está vendo que eu tô tomando banho? -Ah, você demora demais! Eu não vou esperar, não! Me deixa entrar, que eu tenho um compromisso daqui a pouco - eu sabia que era mentira, só pra querer tomar banho logo. -Pai, eu to usando o banheiro agora. Pára com isso. Eu não vou demorar, não! Já to quase acabando. Olha o meu cabelo! É só enxaguar, tirar essa espuma e pronto. Eu deixo você tomar banho. -Então, você já tá terminando, mesmo! Eu vou entrar e começar a tomar o meu. Disse isso e entrou. -Que merda, pai! Mas ele nem me ouviu. Entrou debaixo do chuveiro, como se ninguém estivesse ali. Como se eu já tivesse terminado e saído dali. Que raiva senti. -Se quiser, pode ficar à vontade e entrar também. Eu divido espaço com você, -Mas você é chato, hein! Deixa eu pelo menos tirar essa espuma do meu cabelo, porque ta começando a cair no meu olho. E entrei no Box. Enquanto eu tirava a espuma, meu pai começou a me contar sobre a decisão do campeonato de futebol da empresa onde ele trabalha. Disse que o jogo seria no próximo sábado, mas que queria que o time treinasse na terça-feira. Me perguntou se eu queria jogar. Disse que sim. Peguei o condicionador e espalhei no meu cabelo. Meu pai disse: -O que mais falta pra você sair daqui? Tem condicionador e o quê mais depois? Ta parecendo mulher. Só dei uma risada. Continuamos a conversar sobre a partida de futebol para combinar quem iria jogar. Pedi para o meu pai arredar um pouquinho para que eu pudesse enxaguar a cabeça e tirar o condicionador. Ele não arredou muito e fez cara de quem já estava começando a se irritar novamente. Como ele não arredou muito, nos encostamos um pouco. Fechei os olhos e fingi que não estava ligando para as amolações dele e comecei a enxaguar a cabeça. Foi quando seu pau encostou na minha bunda, bem entre minhas nádegas. Eu me afastei e continuei a enxaguar meu cabelo. E mais uma vez, seu pau encostou na minha bunda. Rapidamente, abri os olhos para ver o que estava acontecendo. Meu pai já havia arredado de lugar, mas notei uma coisa intrigante. Seu pau estava ficando ereto. Olhei e meu pai percebeu que eu vi. Meio sem graça, continuei lavando meu cabelo, fechando um pouco os olhos para não entrar espuma. Mas deixei um olho semi-aberto de propósito. Queria observar o corpo do meu pai. O seu pau estava totalmente ereto e muuuuuito grande. Ele começou a esfregar o shampoo no seu cabelo também. Meu pai tentava disfarçar, ficando de costas para mim, mas isso fez com que eu o observasse ainda mais. Suas pernas eram fortes e sua bunda era durinha e redondinha. Meu pai, apesar da idade, tinha um corpo de atleta. Pra checar se eu havia percebido, meu pai me olhava de lado. E acabou percebendo que eu estava olhando pra bunda dele. Veio em direção a ducha do chuveiro e disse que a espuma estava entrando no olho dele. Mas para mim, foi apenas uma desculpa para entrar no chuveiro e encostar seu corpo no meu mais uma vez. Mas, assim que ele entrou, eu me afastei. Resolvi pegar minha toalha para sair do banheiro. -Pega o sabonete pra mim, filho. Fui pegar o sabonete do outro lado do Box. Mas quando ia colocar na mão do meu pai, o sabonete caiu no chão. Meu pai se abaixou para pegar, mas deixou cair de novo. Dessa vez, caiu perto de mim. Quando abaixei minha cabeça para procurar, notei que meu pau também estava duro. Olhei, envergonhado, pro meu pai. Ele me encarou nos olhos como se quisesse dizer que já havia percebido. Fui pegar o sabonete e notei que meu pai mordeu os lábios assim que me viu abaixado naquela posição. Achei estranho, mas para mim ficou claro o que meu pai pensou no momento. Mas em vez de repudiar, gostei daquela sensação. Entreguei para meu pai o sabonete e saí do Box. Fui até o espelho, sem me enrolar na toalha e fingi que procurava alguma coisa. O barbeador, por exemplo. Fiquei de costas para o meu pai, de frente para o espelho. Ele não parava de olhar pra mim. Ficamos em silêncio por um bom tempo. E eu demorei para abrir a gaveta onde estava o barbeador. Queria aproveitar aquele momento. Meu pai me olhava de um jeito tão gostoso! Eu estava gostando daquilo. Não sabia se eu continuava ali ou se ia embora do banheiro logo. Decidi sair do banheiro. Mas quando ia me enrolar na toalha, meu pai me fez uma pergunta que me surpreendeu: - Você já mediu alguma vez, filho? - o quê? - Seu pinto. Você já mediu alguma vez? Me deu vontade de rir. - Já medi, pai. Você também já fez isso? - Mas é claro. Todo homem faz isso um dia. Mas você sabia que nem todos sabem medir corretamente? -Ah, é?! Por que? Como é que faz? -Você tem que apertar a régua contra a sua pélvis para medir o comprimento até sentir encostar no osso. Assim ó - Disse pegando o shampoo para usar como medida. Fez como ele descreve. -Chega mais perto pra você ver. Está vendo? É assim que mede. O pau dele ficou maior do que já estava pra mim. A imagem da água escorrendo em seu pênis não me sai da cabeça. -Toma! Faz aí pra eu ver se você faz certo. Ele me passou o shampoo. Eu fiz o que ele pediu. -Não! Não é assim. Pode apertar mesmo - me corrigiu e tomou o shampoo da minha mão para apertar contra o meu osso pélvico. Ao mesmo tempo, segurou o meu pênis com a mesma mão que segurava o shampoo. Aquilo me despertou uma sensação maravilhosa. Meu pai segurava o meu pênis. E o safado ainda fez mais. Passou por trás de mim para medir o meu pau melhor. Não chegou a encostar seu peito em minhas costas, mas eu mesmo arredei o meu corpo para trás para sentir as minhas costas em seu peito. Como ele estava quente! E molhado! -Está vendo? É assim que se faz. Você não está nada mau, hein, filho! Você tem que medir sempre que seu pau estiver duro, igual agora. Nessa hora, senti de novo o seu pau crescendo e voltando a tocar minha bunda Meu pai ainda fez questão de posicioná-lo bem entre minhas nádegas. Desta vez estava tocando o meu cu. Me arrepiei todo na hora. Meu pai percebeu o suspiro que dei e, ainda segurando o shampoo colado ao meu pau, começou a fazer um movimento de vai-e-vem com a mão, me masturbando. Estava gostoso. A cabeça do seu pau duraço agora tocava a minhas bunda e coxas. Eu arredei mais um pouco para trás e abri um pouco as pernas. Não consegui despistar. Meu pai continuava a me punhetar, ao mesmo tempo em que dava início a um movimento de quadris em direção ao meu cu. Eu olhei para trás, para o rosto do meu pai, segurei o seu pau e comecei a punhetá-lo também. Foi o sinal que meu pai esperava. Imediatamente ele soltou o shampoo e pegou o sabonete. Eu já tinha mostrado a ele o que eu queria, então apertei minha bunda contra o seu pau, entrando novamente debaixo do chuveiro. Meu pai esfregou o sabonete no meu cu e enfiou um dedo. Dei mais um suspiro, misturado com um gemido. Foi o bastante para meu pai se transformar num animal. Ele passou um pouco de sabonete e enfiou seu pau lentamente no meu cu, de uma só vez. Doeu um pouco, mas o tesão falava mais alto. Eu inclinei o meu corpo para apoiar minhas mãos na parede e abrir mais as pernas. A partir daí, tudo que senti foi tesão. Tesão, tesão e tesão. Nossa! Como meu pai tem uma pica gostosa. Os primeiros movimentos me causaram mais dor que qualquer outra coisa, mas depois só consegui sentir prazer e vontade de sentir aquela pica gostosa cada vez mais fundo. Comecei a rebolar e meu pai gostou. Meteu com muita vontade. Eu pedia para ele não parar. Ele não falou nada. De vez em quando eu virava minha cabeça para olhar meu pai, mas ele só fixava seus olhos em mim com cara de quem ia gozar e não falava nada. Ele estava aproveitando a situação. Só queria me comer. Ao mesmo tempo em que sentia prazer, ficava pensando no que ele me diria depois. Tentava adivinhar seus pensamentos. Sua respiração estava alta. Estava uma delícia. Meu pai me comendo e a água do chuveiro caindo em minhas costas. Eu não queria parar, mas meu pai tirou o seu pau do meu cu e gozou. Gozou muito em minhas pernas, dando suspiros cada vez mais altos. Parecia que ele não gozava faz tempo. Gozou muito. Lambuzou bastante minha perna e o chão do banheiro. Eu me virei e encarei meu pai mais uma vez. Ele ainda curtia o seu orgasmo, quando eu passei meu dedo em minha perna e lambi depois para saborear seu sêmen. Eu ainda não havia gozado, por isso estava com o tesão na minha pele. Meu pai apenas continuou olhando para mim, observando tudo que eu fazia. Acompanhava com os olhos a trajetória do meu dedo até a perna e depois para a boca. Meu pai não dizia nada Fiquei apreensivo com o seu silêncio e parei de lamber o gozo que escorria na minha perna. O que será que meu pai achou? Lavei minhas pernas no chuveiro e peguei a toalha para me enxugar. Não sabia se meu pai havia gostado ou se estava envergonhado de ter uma bicha em casa. Saí do banheiro e deixei meu pai. Fui para o meu quarto. Escutei meu pai desligar o chuveiro. Minhas pernas ainda estavam bambas. Não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Foi demais pra mim! Abri minha gaveta e procurei uma cueca. Escutei um barulho e olhei para trás. Meu pai estava parado na porta, ainda nu. Ele se aproximou de mim e me deu um abraço. Nossos corpos ainda estavam quentes. Ele ficou um bom tempo me abraçando. Senti um alívio nessa hora. E percebi que o seu pau estava duro de novo. Foi aí que aconteceu tudo, mais uma vez, mas agora no meu quarto. Nossos paus se tocando, o meu voltando a ficar duro. Ele deu um beijo em minha testa, foi descendo beijando meu rosto, bochecha, pescoço, dando uma leve mordida, eu estava entregue. Segurou firme em meu braço me virando de costas para ele, me envolvendo em seus braços beijando minha nuca, acariciando meu corpo. O mais gostoso era sentir o pau dele roçando minha bunda, encostando na minha pele, tocando minha bunda, ameaçando entrar. Como era delicioso sentir a cabeça encostando na minha entrada e, aos poucos, tentando entrar. Que cabeça macia, mas bruta ao mesmo tempo. Era macia, mas firme. Não parecia apenas ameaçar entrar. Parecia que era aquilo mesmo que o seu pau pretendia a todo custo. O seu pau ficou assim, por um bom tempo, brincando com minha bunda. Até que chegou o momento em que, finalmente, estava dentro de mim. Nossa! Percorreu toda a extensão do meu ser por dentro. Chegou até o limite! Ele me deitou na cama. Senti o seu saco querendo se encontrar com o meu. Seu corpo era pressionado contra o meu. Nesse momento comecei a suar. E a gemer! Podia sentir novamente a respiração ofegante do meu pai, mas desta vez, seu nariz estava colado no meu ouvido. Parecia que eu ia ser rasgado. Mas o prazer era tão grande, que não aguentei. Gozei! Gozei em cima do lençol que estava na cama. E foi o melhor orgasmo que já senti em minha vida! Foi um orgasmo diferente! Intenso! A sensação era a de que eu gozava pela bunda também. Aos poucos, fui desfalecendo. Meu corpo ficou mole. O cheiro de sêmen incendiou o quarto. Meu pai queria se levantar, mas eu pedi para ele continuar deitado em cima de mim. Queria continuar sentindo o seu corpo másculo, seu peitoral com alguns pelos e quente em cima de mim. Como eu pedi para meu pai continuar em cima de mim, ele também não resistiu e começou a bombar de novo. Ele queria gozar mais uma vez. Ele já havia gozado em mim no banheiro, mas ele não tinha ido ao meu quarto a troco de nada. Para gozar imediatamente, ele bombava com mais força que antes. Comecei a gemer de novo. Eu não estava acreditando. Eu ia acabar gozando novamente. A pica do meu pai, mexendo dentro de mim, é uma delícia! Tentei rebolar, mas não conseguia. Desta vez, a pressão que meu pai fazia era muito forte. Dava para escutar o barulho do seu saco bater em minha bunda. Eu estava fraco. Não conseguia me mexer. Estava preso pelo meu pai. Eu era uma presa fácil, pronta para receber mais prazer. Eu disse a ele que ia gozar de novo. Ele me disse que ia também. Eu pedi para ele não tirar o pau de dentro do meu cu. Eu queria sentir o seu gozo dentro de mim. Meu pai disse que não podia. Mas eu implorei. -Goza, pai! Goza dentro de mim. Vai, goza! Ele não resistiu e bombou com mais força. Eu já não conseguia dizer mais nada! Minhas palavras se misturavam aos meus gemidos e ao meu prazer cada vez mais intenso. Eu ia explodir. Eu estava prestes a gozar novamente. Mas antes de fazer, comecei a sentir o líquido quente que meu pai despejava dentro de mim. Meu pai estava gozando. O seu corpo em cima do meu ficou mais pesado. Meu pai colou seu rosto no meu pescoço e apertou ainda mais seu pau na minha bunda. O gozo estava entrando bem fundo. E era abundante. Isso me fez gozar junto. Era inacreditável! Meu pai me fez gozar mais uma vez. A transa no meu quarto foi melhor que a transa no chuveiro. Seu corpo também desfaleceu em cima do meu e ficou mais pesado ainda. Como o seu corpo é gostoso! Ele permaneceu assim ainda por um tempo. Ainda era cedo. Minha mãe demoraria para chegar do trabalho. Seu pau foi diminuindo ainda dentro do meu cu. Meu pai se levantou. Eu estava quebrado. Rasgado Assim que seu pau saiu do meu cu, pude sentir a porra transbordando e escorrendo para a cama. Fiquei preocupado com o lençol. Estava totalmente molhado com o nosso suor e nossos líquidos seminais. Meu pai recolheu o lençol e disse que ia por para lavar. Ele desceu as escadas até a lavanderia e depois disso não o vi mais. Permaneci no meu quarto até a minha mãe chegar. Fiquei no meu quarto e só desci, conversar um pouco com a minha mãe, que de nada desconfiou, e depois, para jantar. Meu pai nem foi pra mesa jantar. Minha mãe falou que ele saiu, mas que não demoraria. De início, fiquei preocupado. Meu pai deve ter se arrependido. Mas apesar de estar assustado até agora, não queria que ele se arrependesse. Nunca tinha transado com um homem, apesar de pensar nisso algumas vezes. Foi uma experiência incrível! Se puder, quero repetir. Com o meu pai, perdi a minha virgindade anal. Foi ele que fez pela primeira vez comigo e fez da melhor maneira possível, do jeito mais gostoso e carinhoso. Mais tarde, quando meu pai voltou, ouvi ele conversando um pouco com minha mãe, e seus passos na escada, vindo em direção ao meu quarto. Eu olhei para o meu pai, parado na porta do meu quarto, e pedi para ele entrar. Ele entrou calmamente e se sentou na minha cama. Desliguei o computador e sentei ao seu lado. Ele entrou calado, mas depois falou: -Oi, filho! Está tudo bem? -Eu espero que esteja, pai. Ele deu um sorriso. -Filho.. eu sei que você não é gay. Nem eu sou. Já vi você saindo com algumas garotas e você mesmo já me contou que comeu algumas. Já teve umas namoradinhas, e já foi comigo pra zona, comer algumas prostitutas. Desta vez, eu dei um sorriso. -Eu sei que você gosta de mulher, filho. Então, como é que aconteceu isso com a gente? Eu estava vermelho de vergonha e preferi não dizer nada. Meu pai continuou: -Quando eu precisei usar o seu computador uma vez... Lembra? Eu achei uns vídeos pornôs. Eu notei que a maioria era de bissexuais. Homens que comiam uma mulher ao mesmo tempo que chupavam a pica de outros caras... homens que comiam uma mulher com outro homem comento o rabo deles... Fiquei mais vermelho ainda de vergonha. Não sabia que meu pai tinha visto esses vídeos no meu computador. -Eu copiei todos os vídeos e coloquei no meu computador, filho. Isso era surpresa para mim. -Eu também assisti todos esses vídeos escondido de sua mãe. E assisti batendo punheta, filho, porque gostei. Eu fiquei muito surpreso! Queria ouvir o que mais meu pai ia falar. -Toma! Eu trouxe um chocolate para você do bar. Você precisa repor as energias. -Obrigado, pai! Acho que você é quem vai precisar. Mamãe está te esperando. -É! Eu vou pro quarto! Ela pode achar ruim eu ter demorado no bar. Meu pai se levantou, mas não saiu. Ficou de frente para mim e disse: -Isso é um segredo nosso, viu, meu filho. -Claro, pai! Eu não sou doido de contar pra ninguém. Meu pai me desejou boa noite e saiu. Fiquei tão aliviado de ouvir essas palavras dele. Me deu esperanças de acontecer de novo. Deitei na minha cama e me lembrei de tudo. Parecia que o cheiro do meu pai ainda estava na cama. Depois de nossa conversa, não fizemos mais nada. Não que não quiséssemos. Meu pai e eu não transamos mais uma vez porque não surgiu a oportunidade de ficarmos sozinhos em casa, desde o dia em que transamos no banheiro e no meu quarto. Mas hoje foi diferente. Sábado. Minha mãe levantou cedo. Teve de trabalhar hoje e saiu cedo. Era 6h00. Hoje foi o primeiro dia em que fiquei sozinho com meu pai em casa depois de tudo. Não deu nem meia hora depois que minha mãe saiu e já escutei o barulho da porta do meu quarto se abrir. Não olhei para ver quem era. Só podia ser meu pai. Eu ainda estava com sono. Ele levantou minha coberta e se deitou na minha cama ao meu lado, atrás de mim. Na hora, senti sua barriga quentinha encostar nas minhas costas. Meu pai usava apenas um short, nada mais. Ele pressionou seu corpo no meu, abraçando por trás. Seu pau estava duro e era possível senti-lo por debaixo do short. Que sensação gostosa! dentro do short, ao mesmo tempo em que apertava seus braços em volta da minha barriga e raspava seu queixo na minha nuca. Ele me abraçou com tanta força que era impossível sair. Mas quem disse que eu queria sair? Não sabia que meu pai queria tanto repetir a transa que tivemos. Pensei que eu é quem teria de acordá-lo para pedir mais. Ele começou a empurrar minha bunda com o seu pau. Coloquei minha mão dentro de seu short e achei seu pauzão. Meu pai estava sem cueca. Comecei uma punheta. Meu pai baixou minha calça moletom e expôs minha bunda ao seu cacete. Tocou de leve no meu cu, mas interrompi: -Você está indo muito rápido. -E o qual o problema? Quer que eu faça o quê antes? -Tem uma coisa que eu tô louco pra fazer desde aquele dia - respondi. Na mesma hora, enfiei minha cabeça debaixo do cobertor que nos abrigava e desci minha boca na barriga de meu pai. Não vi a cara que meu pai fez, mas pelo suspiro que deu, sei que ele não esperava essa minha atitude. Eu estava prestes a realizar outra fantasia minha. Demorou muito para ficarmos a sós em casa para que eu tivesse essa oportunidade. Queria fazer com muita calma, para aproveitar todos os momentos. Desci minha boca até a altura do seu pau e comecei a mordê-lo ainda por cima do short. Que cacetão! Mal cabia dentro do short. Passei minha boca e mordi, meu nariz e cheirei, até tirar com os dentes o short que separava minha língua daquele pintão. Que cheiro gostoso de macho! Quando abaixei o short, o pau se ergueu, saltando para fora com toda a sua imponência. Comecei a subir a língua da base até a cabeça do pinto, sem abocanhar. Senti com minha língua todas as suas veias. Lambi bem a cabeça. Eu poderia ficar assim por horas. Escutei meu pai suspirar e assim, percebi que ele estava gostando. Isso me dava mais tesão ainda. Queria que fosse perfeito, que ele quisesse. Que pau gostoso! Ele estava enorme, duro, grosso, no ponto! Pareceu crescer mais ainda em minha boca. Comecei a alisar sua barriga com minhas mãos. Queria tocar todo o tórax do meu pai, enquanto lambia o seu pau. Passei as mãos em seu peito e no seu umbigo e, com a boca, lambia e sugava seu saco. Desci as mãos até chegar ao saco. Fiz uma massagem e mordi de leve a cabeça do pau. Senti as mãos do meu pai empurrarem minha cabeça por cima do cobertor. Meu pai queria que eu abocanhasse tudo. Umedeci minha língua com saliva e resolvi abocanhar o pau até onde eu aguentasse. E, para minha surpresa, consegui atingir a base. Meu pai deu um gemido. Estava gostando. Na subida, chupei o pau como se fosse um pirulito, sugando com toda minha força. Senti o líquido pré-seminal se espalhar em minha boca. Esse era o gosto de meu pai. O cheiro se espalhou. Eu estava me sufocando com o cheiro de seu pau ali, debaixo do cobertor. Mas estava ótimo, o que me impulsionava a engolir mais ainda. Meu pai deu mais um gemido. Ele estava curtindo. Puxei o cobertor para baixo. Eu queira ver o prazer em seu rosto. Ele nada disse. Apenas empurrou mais uma vez minha cabeça contra o seu pau. A partir daí, engoli seu pau várias vezes, sempre sugando-o ao tirar da boca. Meu pai se transformou no animal que havia se tornado da última vez. Prendia minha cabeça com suas mãos na base do seu pau e não me deixava sair. Eu estava engasgando, pois o pau. Percebi que ele ia gozar e então saí de cima dele. Queria chupar de novo aquele cacete. Meu pai disse: -Não! Eu to quase gozando! -Eu sei. Mas dessa vez não quero no meu cu. Quero na minha boca. Meu pai relutou e segurou minha cabeça para que eu não fizesse isso. Mas fui teimoso e abocanhei seu pau inteiro de uma só vez. Passei a chupar com mais força. Agitei seu pau dentro de minha boca e senti as primeiras contrações. Meu pai gemia muito e eu não largava seu pau. Ele apertava a cama com força, pois sabia que nada me faria mudar de idéia. Não havia como ele resistir. O jeito era se entregar. -Isso... ahnnn... não vale, filho! Mau pai gemia cada vez mais alto. Senti o primeiro jato dentro da minha boca. Seu líquido era quente e...salgado! E como sempre, abundante. Não coube tudo em minha boca. Queria engolir tudo. Mas não foi possível. Transbordou e caiu na palma da minha mão. Não queria sujar o lençol co mo fizemos na última vez. Levei as minhas mãos à boca de meu pai e fiz ele sentir seu próprio gosto. Ele lambeu meus dedos com paixão e na mesma hora me agarrou pelas pernas. Me puxou em sua direção e me fez deitar com a barriga para cima. Tirou a minha calça moletom e abocanhou meu pau. Eu não esperava aquilo e, por isso, gozei! Não foi preciso que meu pai fizesse muita coisa para eu gozar O tesão da surpresa foi suficiente. Meu pai engoliu tudo. Não deixou nada para mim. -E agora, filho? Vamos levantar? Ou quer ficar mais um pouco? Eu deitei minha cabeça no colo de meu pai, perto de seu pau, e não disse nada. Meu corpo ainda estava amolecido. Meu pai me puxou pra cama e se deitou atrás de mim, na mesma posição em que começou a me acariciar. Eu fiquei. Ele puxou o cobertor e nos cobriu. Tínhamos o sábado inteiro ainda para curtirmos um ao outro.

MEU PRIMO ME SUPREENDEU

Meu nome é Roberto, mas todos me chamam de Juninho. Hoje eu tenho 32 anos, mas resolvi estrear aqui na casa dos contos contando para vocês algo que se passou na minha vida quando eu tinha 21 anos. Eu sempre fui um moleque muito preso pelos meus pais e até mesmo por isso cresci muito tímido, ligado em games e estudos, curtia passar horas da minha adolescência nos jogos online e nunca conseguia chegar nas minhas da minha escola. Com esse puta tesão reprimido eu passava as madrugadas me masturbando todo santo dia pensando em como seria trepar de verdade. Até os 21 anos eu não tinha saído do 0x0. Uma semana depois do meu aniversário de 21 anos, minha mãe me chamou e pediu que eu fosse buscar meu primo, o Paulo, na rodoviária, pois ele viria pra cidade morar com a gente enquanto cursava faculdade. Nós dois tinhamos quase a mesma idade, ele era 2 anos mais novo que eu. Embora esse ano eu tbm fosse entrar pra faculdade ele era mais avançado nos estudos, pois só tinha 19 e já tinha me alcançado. Eu não ia muito com a cara dele e há muitos anos não o via daí inventei pra minha mãe uma desculpa e acabei não indo. Ao invés disso saí de casa e fui até a lan house jogar um pouco online com meus amigos da escola. Daí a pouco tempo eu nao veria mais a maioria deles, porque iam para diferentes faculdades e muitos iam pra outras cidades. Cheguei em casa bem tarde da noite e fui logo pra cozinha tomar um nescau, quando me deparei com um cara na cozinha sem camisa, peito depilado só de shorts verde daqueles largos de malhar e descalço. Era o Paulo, nessa época não sentia nada por ele além do "aff é esse guri retardado vai ficar morando aqui na minha casa". Mas ao contrário de mim que era mais tímido e ficava sempre em casa o Paulo nos últimos anos começou a malhar e tomar uns suplementos tendo ficado mais bombadinho, não muito, mas bem definido. Ele era moreno e tinha o cabelo liso assim meio de lado. Eu ao contrário tinha o cabelo bem curto porque nao era muito bom de nascimento e tinha crescido magro, mas era mais alto que ele ainda, pelo menos. - E aí primo, não dá um abraço no seu parente, cara? - ele perguntou abrindo os braços e me apertando contra ele como se fossemos velhos amigos e sem me dar tempo de esquivar. - E aí, Paulo. Beleza? - respondi, me afastando pra pegar meu nescau. - Pô! Mó feliz de tá aqui, Junho. Aquela cidadezinha lá não tem jeito da gente ter futuro não brother. - Pois é. Pô tá tardão já, vou jogar um pouco e ir dormir. Peguei meu copo e fui pro meu quarto achando que ia sozinho, mas o Paulo tinha me seguido e quando eu ia questionar o pq daquilo, olhei pro chão e a raiva me subiu. Tinha um colchão ao lado da minha cama forrado e com um travesseiro, o que sugestionava que a porra daquele fpd ia dormir ali. A minha raiva era mais porque pensei que ele fosse dormir na sala. Tive que engolir e no dia seguinte quando ele saiu tive que discutir com a minha mãe pq eu não ia aturar dividir meu quarto, ia ficar sem privacidade, e td mundo sabe a esse ponto da história que eu ia ficar sem poder tocar minhas punhetas noturnas. O que me enraivecia mais era isso. Por causa do Paulo eu tive que mudar minha rotina e só me masturbar no banho. Como eu sempre fui muito tarado, tipo, batia umas 2 a 3 por dia. isso tava me deixando doido já. E o viado ia ficar ali uns 3 anos no mínimo. No primeiro mês de aulas nós acordávamos cedo e iamos pra faculdade juntos, o Paulo estava com dificuldades pra arrumar um emprego que precisava pra se manter ali e eu então logo fiquei determinado a ajudá-lo nisso, pra tirá-lo de casa pelo maior tempo possível. Mas fora isso o Paulo acabou se mostrando um cara muito gente boa e engraçado, sempre contando coisas da cidade dele e do pessoal que eu não via ha muito tempo já. Passado mais um mês e nada de emprego, mas o Paulo já tinha arrumado uma namorada, tirava onda de machão comedor no campus e sempre queria me arrumar uma minha tbm. Como eu era uma negação na conversa ele me obrigou com a turma a ir numa festa que ia ter na casa de uma das garotas. De noite já estávamos todos lá, muita gente, muita bebida e muita música. A casa era grande, com muitos quartos e a mulherada parecia estar a fim de dar pra qualquer um, mas infelizmente pra mim só pareciam. Em um momento a Carol que estudava comigo subiu na mesa e tirou o sutiã sacudindo os peitos molhados de cerveja, na hora minha pica endureceu e eu tive que sentar e colocar a almofada em cima pra tapar o volume. Eu tava na seca, e o Paulo pra me ajudar a descontrair começou a me trazer bebidas. Na verdade eu só bebi dois copos, o resto eu jogava fora, mas pra fingir q me enturmava mesmo, nunca gostei de perder o controle. O Paulo no entanto já estava pra lá de bagdá e já estava se esfregando com uma menina da sala dele (que não era a namorada) em baixo da escada. Pra evitar qualquer coisa, eu ainda me fazia meio de bebado e chamei ele pra ir embora pois além de já estar tarde e a minha mãe ia me matar a namorada do Paulo ia matar ele se alguém mais visse aquilo além de mim e dos caras da sala dele. Quando deu 2 horas, pegamos uma carona e fomos embora. Chegando em casa fechei a porta e o Paulo logo se jogou no sofá, eu tava me fingindo de bêbado pra aquela situação acabar logo, disse que tava mal e ia apagar na minha cama. Cheguei no meu quarto, apaguei a luz, só fiz tirar os sapatos e me joguei na cama, de camisa e calça jeans mesmo, de barriga pra cima pois tenho essa mania de dormir assim. Daí a alguns minutos ouvi a porta abrir e o Paulo entrar, ouvi um barulho dele tirando a roupa e provavelmente dele colocando o short q tinha em cima da mesa do computador. Logo em seguida ele caminhou no escuro e disse com uma voz bem embreagada. - merda, ainda tem q arrumar essa porcaria desse colchão. Ele sentou na cama e me catucou. "Junho! Junho! Tá dormindo, cara?" Eu permaneci calado pois fingia dormir pra não ter q levantar e ajuda-lo a arrumar a cama dele. Ele que fizesse sozinho. Ele disse "Pô junho tu dormiu de roupa e tudo", e colocou as mãos no botão da minha calça jeans abrindo e descendo o ziper. Daí tirou a minha calça e foi puxando até em baixo até tirar. eu tava de cueca branca e por causa da esquizitisse da situação balbuciei qualquer coisa e virei de lado esperando que ele fosse fazer a cama e dormir Nessa hora o Paulo pegou o travesseiro dele e deitou do meu lado na minha cama, de costas pra mim. "vo fazer essa porra não, chega pra lá junho" ... Daí a um minuto eu senti ele se mexer na cama, mas permaneci quieto. Ele esperou um pouco e se espreguiçou chegando pra trás. Como a minha cama era encostada na parede ele colocou a perna pra trás encaixando a bunda na minha coxa e ali ficou. Era uma bunda carnuda e bem macia, o calor que emanava dela esquentava minha perna e começou a atiçar minha piroca que começou a crescer dentro da minha cueca. Na minha cabeça eu comecei a questionar aquilo tudo, e fiquei morrendo de medo que ele não estivesse dormindo. Eu nunca tinha sentido alguém assim na minha cama tão perto de mim, vulnerável. Eu disse que era tarado? Eu já nem queria saber fiquei pensando logo em como bater uma pensando em enrabar aquele bundão. Eu espreguicei e com o coração batendo a mil joguei a perna por cima dele encostando meu pau duro naquela bunda quente. O abracei por trás e fiquei assim, como um bêbado que confundiu o amigo com uma mina que tava sonhando, era o que eu ia falar se ele levantasse e viesse me quebrar a cara. Era compreensível. Eu acho. Uma boa desculpa. Mas ele não se mexeu. Apostando de duas uma, ou ele estava dormindo, pois tinha bebido muito ou estava gostando. E no auge do meu tesão eu nem queria saber, comecei a encoxá-lo roçando delicadamente o corpo do meu pau daquela bundinha. Mas pra minha surpresa maior o Paulo chegou um pouco pra trás se mexendo, eu parei na hora, fingindo dormir, mas ele começou a rebolar deliciosamente no meu pau. Eu não sabia o que fazer, nunca tinha pensado nessa possibilidade de verdade. Ele virou pra mim devagar, ficando de bruços e se esfregando na cama e disse "cara eu to muito chapado, mas to com um puta tesão". Eu já não sabia o que fazer, mas meu pau queria aquele buraquinho quente então imediatamente levantei e tranquei a porta, voltei pra cama e montei sobre ele esfregando a vara no rabo volumoso do meu primo. Eu cheirava o seu pescoço enquanto ia e vinha e ele rebolava pra mim acompanhando meu movimento. Ele se mexeu, sentou na cama e me chegou pro lado, com as duas mãos tirou minha cueca fazendo minha vara de 21 cm pular pra fora dura como um poste e foi quando ele abocanhou a cabeça do meu pau e começou a mamar. Caramba, até então eu só tinha visto em filmes e imaginado, mas eu começei a delirar com ele engolindo minha piroca o máximo que podia e chupando como um pirulito mais gostoso do mundo. Eu não aguentei e segurei ele pelo cabelo, gozando em sua boca. O Paulo olhou pra mim, que v seu rosto na luz fraca do abajour mas aquele machão estava com a cara da maior puta safada. Ele lambia meu pau engolindo meu leite, todo, por onde pingou, deixando tudo limpinho. Eu vi que ele queria mais, pois estava dedilhando o cuzinho, ainda bem, pq agora ia ser piroca a noite toda. Não sei o q deu em mim, minha pica já estava dura, coloquei ele de bruços ele pediu pra parar um minuto, sem fazer mt barulho pegou um potinho em sua mala, levantei e fui atrás igual um cachorro no cio, era um óleo, passou no meu pau e em seu cu e eu sentei na cadeira do pc pegando ele pela cintura e sentando ele no meu colo. Meu pau era uma estaca, sempre fui bem dotado e além disso tenho uma pica grossa. Se o paulo já tinha dado, o q era provavel, ele nunca tinha pegado um desse tamanho. Ele começou a reclamar um pouco, coloquei ele na cama de novo e meti sem dó, sentindo o cuzinho dele apertado e escorregadio, tão quente, massageando minha pica, e eu ia forçando mais até entrar quase tudo, ele rebolava com os pés se contorcendo, abafando seus gritos no travesseiro, eu estava a tanto tempo esperando isso, não esperei muito, no menor sinal dele sentindo prazer que foi uma reboladinha eu mandei ver, metendo fundo e sem parar, provocando aquele barulhinho de corpos se batendo. Ele pediu silencio fazendo shhhh, mas em seguida com os olhos apertados e a boca aberta ele se rendeu a minha jeba. Ele disse que ia gozar, então virou num frango assado e eu começei a comê-lo com carinho pra durar mais. Mas aquele buraquinho pegando fogo e tão lisinho não aguentei e explodi de novo em outra gozada dentro de seu cu. Nesse momento ele tbm gozou se sujando todo, foi só então q eu parei pra pensar que merda eu tava fazendo, quando vi o pau dele, devia ter uns 17cm e era bem cabeludo, eu tava comendo outro cara, precisei de um momento pra pensar nisso, mas tava tão gostoso. Tirei meu pau do seu cu e me limpei. Agora estava tranquilo, porra que maravilha, minha mae q nunca deixou eu trazer ngm ali sem saber tinha me dado uma putinha particular, quando ele se limpou e voltou pra cama dizendo q ia dormir eu não acreditei, ele dormiu mesmo e eu fiquei ali com o pau duro na mão de novo, mas agora eu podia então deitei do lado dele e fiquei bulinando ele enquanto me masturbava e ele dormia, passei óleo em sua bunda e coloquei meu pau entre suas nádegas. fiquei assim me esfregando e ora batendo uma. Em determinhado momento ele levantou e disse "Porra muleque, me deixa dormir". Eu falei "só quando vc me acalmar agora" ele sussurrou - Porra junho essa pica é de carne ou é de ferro? Mas riu e sentou na minha pica de novo cavalgando devagar até eu quase gozar, daí ele desceu e chupou mais um pouco até beber de novo meu leite. e assim dormimos embora eu quizesse mais, sabia que ele ia me dar de novo. continua...

BRINCANDO COM O MEU CUNHADO NERD

Alguém lembra da minha primeira vez que já foi contada aqui, quando comi meu primo? Depois daquele dia fiquei tarado em bundas, ainda mais do que já era, e fora a história com o meu primo que se estendeu por um ano inteiro e que eu não contei aqui, depois que ele foi embora eu acabei ficando na mão, voltando a me masturbar ainda mais que antes. minha vida era faculdade, vide game e punheta vendo vídeos na internet. A história que vou contar aconteceu quando eu já tinha 23 anos, ainda cursava administração e tinha começado a namorar uma garota da igreja da minha mãe. A mina era muito gostosinha, mas também muito reprimida, resistia a todas as minhas investidas. Certa vez em que nós estávamos nos beijando no sofá, eu peguei a mão dela e levei ao meu pau duro sob a calça jeans e a menina ficou tão vermelha que levantou e saiu dizendo que tinhamos que ir de vagar. mais de vagar e nada ia acontecendo, porque já namorávamos ha 2 meses. Na semana seguinte ao caso em que ela disse que precisava de um tempo, me ligou finalmente me convidando pra conhecer a família dela. Disse que assim ia se sentir mais a vontade em se abrir mais pra mim. Como eu tava doido por um buraco e ela era minha melhor chance, fui. Foi um saco, Ela me apresentou o pai que era um cara muito fechado e a mãe que era daquelas carolas de igreja. o único que me pareceu gente boa foi o irmão dela, com quem eu comecei a conversar porque o moleque tava jogando um nitendo na sala e eu tinha ganhado um PS da minha mãe. Jogamos algumas partidas de Streeet fighter e foi o que salvou a noite. Esperei que depois desse dia ela fosse finalmente pelo menos dar uma pegadinha pra mim, uma chupada, sei lá. Mas a menina ficou igual. E eu subindo pelas paredes e me acabando na mão. No final de semana em que eu estava sozinho em casa, liguei pra ela vir e ela disse que vinha, mas quando chegou, a surpresa, tinha trazido o irmão com ela. - Pô lidia, num acredito que você fez isso, cara! - sussurei logo que ficamos sozinhos na cozinha - Eu tinha planejado uma tarde romantica pra gente. - Meu pai só me deixou vir se trouxesse o Mateus, Junho. Vc sabe como ele é e ele sabe q vc tá sozinho. pq sua mãe saiu com a minha pro retiro da igreja. Fiquei muito puto. Mas o que não tinha remédio remediado estava Assistimos a um filme de terror e em seguida não era nem 18h ainda e Lidia disse que já tinha q ir. Eu falei "blz" já não ia rolar nada mesmo. pelo menos ia ficar em casa e colocar algum pornô pra ver. Mas falei "vlw, vou ficar então pra jogar um jogo novo q eu comprei" (mentira, mas falei só pra nao ter q levar ela em casa) - Que jogo? - perguntou o mateus. - Ah um jogo aí de zumbi - Falei qualquer coisa pensando que o mateus nao curtia esse tipo de jogo. - Porra cara esse é meu tipo preferido! Mana deixa eu ficar pra jogar com o Junho? - Mas eu só tenho um controle... vai ficar ruim pra gente. (mentira, eu tinha dois, mas tinha q inventar pq tava apalpando a mina na hora do filme e já tava com vontade de bater uma) - Beleza, a gente joga cada um uma vez. Vai, nunca joguei no Play station antes! O mateus era mais novo que ela, ele tinha 16 anos, mas era só uns 8 cm mais baixo que eu, Era também magro, branco e tinha um cabelo meio emo loiro que ficava toda hora sacudindo pro lado como se tivesse um tique. - Tá bom Mateus, mas não demora, eu mando o pai pegar vc depois. - Flw! Porra a menina nem tinha pedido minha autorização. Então ia ter q jogar mesmo. Que balde de água fria. Liguei o video game quando ela saiu e sentei no sofá. O Mateus sentou no lado e ficava babando no Resident evil que eu coloquei pra jogar, Os gráficos eram completamente diferentes do nitendo e o garoto era muito viciado em jogos. Daí começamos a conversar e disputar o jogo e tal, já estavamos mesmo intimos, pq o rapaz era gente fina. A gente tinha mt coisa em comum. Quando ele foi jogar, ele sentou no tapete na minha frente e eu reparei no corpo dele, branquinho, cinturinha marcada na dorba da camisa listrada e ele usava uma bermuda branca que não mostrava nada mas do modo que ele sentava sobre os joelhos mostrava um bundão gostoso e toda vez que ele se assustava com o jogo pulava e quicava a bunda nos calcanhares. Meu pau começou a ganhar vida quando lembrei das vezes que comia meu primo. Comecei a lamber os lábios e a vontade de trepar veio a mil. Tirei a camisa alegando calor pra ver se o rapaz reagia, ou me olhava. Vai que eu dava sorte e ele era viado igual o meu primo? Mas ele não demonstrou nada. Daí eu sentei do lado dele e comecei a jogar, quando eu morri tive uma ideia não deixei ele jogar. - Porra junho, deixa aí vai. - Pô véio o video game é meu, eu vou jogar de novo se eu quiser. - Pô mas essa é a melhor parte! Deixa cara! - Pô Eu vou mandar a real, eu sou meio tarado, Eu faço um trato com meus amigos quando eles vem aqui. Eu deixo jogar direto se quiser. - Ih rapá, e o que vc trata com eles? - Pô, távendo o estado q a sua irmã me deixou? - tirei a almofada do colo, mostrando uma semi ereção que armava minha bermuda igual uma barraca. - Que isso, man! eu não vou fazer meinha contigo não, rapá, tá doido! - e riu -Nada brother. Joga direto aí se quiser, só jogar sentado no meu colo. Custa nada, segredo nosso. Assim de roupa e tudo. É pegar ou esperar. Ele olhou pro jogo, pra mim e deu de ombros. - Falou, mas se vc contar isso pra alguém, eu te mato, seu viado! Eu sentei pra trás encostando as costas no sofá e estiquei as pernas. O mateus passou a perna esquerda por cima de mim, sentando no meu volume duro e pegando meu controle. Eu segurei ele pela cintura e ele começou a jogar, Eu fazia uns movimentos de rebolar e ele ficava rindo, achando graça da situação. Eu pedia pra ele rebolar e o putinho começou a quicar no meu colo. As vezes rebolava e meu pau tava explodindo dentro das calças. - Porra, mateus, dá uma chupada aí, vai? - quase implorei pra ele. - Tá doido junho? - Pô cara, eu faço qualquer coisa, mas chupa aí, por favor véio. Eu nunca vou contar pra nnguém. - Pô - ele saiu de cima de mim e eu achei que tinha ido longe de mais quando ele me olhou e disse - Po cara só se vc me emprestar o seu video game pra eu jogar lá em casa. Fiz cara de quem ia considerar - Só hoje, amanhã eu te devolvo. - Ele complementou. - Pô se vc fizer bem feito eu deixo vc levar e só trazer na segunda. - Fechado! Mas no segredo hein, junho. Se meu pai souber ele me mata. - Pô mateus, e vc acha q ele não me mata tbm? Entre nós! Coisa de parceiro. Brother. Eu abri minhas calças e minha piroca pulou pra fora já toda melecada do tesão do momento somada ao tempo q eu tava sem trepar. Ele olhou pro meu pau e pareceu se assustar um pouco. Eu tinha dito, mas meu pau é grandinho, Tem 21 cm e é meio curvo pra esquerda, mas só um pouquinho, Ele riu e disse que meu pau parecia uma banana d'água. O dele não devia ser mt grande, pela surpresa dele e pela comparação, mas eu so pensava naqueles ´lábios rosados e carnudos. - Chupa, vai! Ele colocou o controle sobre a mesa e abocanhou meu au, que delicia, salivou um pouco e começou o trabalho sem muito jeito, mas logo se acostumou. Suindo e descendo segurando na base com a mão direita. Me surpreendeu quando começou a chupar e punhetar ao mesmo tempo com cadência e me arrancando suspiros. Que boca quente. Ele chupava e lambia de cima a baixo. A putinha parecia estar curtindo o meu pau. Eu comecei a xinga-lo "vai cachorra!, mama com vontade! ele olhou pra mim enquanto subia com os lábios vermelhos na minha pica babada e sorriu, achando graça da situação. Eu ri tbm, que delicia tava aquilo, man! Ele tentou engolir tudo e a cabeça da minha rola foi na garganta dele, mas óbvio q ele não ia conseguir. E voltou a chupação. Quando eu senti que ia gozar começei a contrair meu corpo e ele chupando. Avisei "cara, eu vou gozar" Ele parou de chupar e ficou só lambendo a mão e me punhetando. Olhava pra mim e mordia o lábio inferior. Eu nao sabia o que ele estava sentindo, mas parecia curtir a brincadeira. Eu segurei firme com as duas mãos ni tapete, retesanto todo meu corpo enquanto a mãozinha macia dele socava uma punheta gostoza na minha caceta. Foi quando não aguentei e esporrei u jato forte que quase acertou ele. Ele se surpreendeu com a quantidade de porra e ficou com a mão toda melaca. - Caralho, junho! tu é um cavalo rapáz! kkk Rimos e ele foi limpar a mão! Porra eu fui me limpar e quando voltei ele já tava desconectando meu PS. Pilantra de moleque. Não importava agora o q fosse acontecer, nem se a irma dele desse pra mim amanhã, eu ia ter q comer aquele rabinho. Continua...

BRINCADEIRA DE FIM DE NOITE

Na época estava com 20 anos, corpo bem cuidado, fazendo sucesso com a mulherada. Não vou negar que sempre tive curiosidade de saber como era transar com outro cara, de sentir um pau invadindo meu cuzinho, mas nunca tive coragem. Já tinha deixado um viadinho me chupar algumas vezes. Ele era meu vizinho do andar de baixo, também tinha namorada, mas adorava mamar um cacete. Algumas vezes tentei foder o rabinho dele, mas ele nunca deixou. Bem uma noite, saímos eu, o Rafael, o Maicon, o Gui e o Sandro. Fomos para uma boate perto de casa, no carro do Gui. No meio da noite o Gui se deu bem com uma gatinha loirinha e deu no pé, deixando o Maicon, o Rafael e o Sandro sem carona. Como não havia mais jeito os três aceitaram dormir no meu apartamento. Eram umas quatro da madrugada quando saímos da boate e fomos caminhando e zoando até meu prédio. Levamos quase meia hora pra chegar. Meu apartamento tinha apenas uma pequena cozinha, o banheiro minúsculo e o meu quarto meio apertado. Os caras logo foram perguntando como iam dormir. Eu meio receoso, mas animado pela bebida que tinha tomado, disse que teríamos que dividir a cama de casal, ou então eles teriam que dormir no chão duro porque eu não tinha colchão reserva. Acho que foi pela bebedeira que eles aceitaram sem questionar. Eu fui ao banheiro, quando voltei os três já estavam na cama, um meio longe do outro, é claro. Bem, eu comecei a tirar a roupa e o Sandro perguntou o que eu estava fazendo, eu respondi que não conseguia dormir de roupa. Ele logo falou que não ia dormir com um peladão na cama. Eu respondi que então ficava de cueca, mas de roupa eu não ia dormir. O Maicon então se manifestou: “Então eu vou fica de cueca também, ta quente pra caralho!” e começou a tirar a roupa também. Os outros dois não ficaram pra trás e foram logo tirando a roupa. Eu fiquei ali em pé olhando aqueles três garotos de 20 anos como eu. O Rafael era loirinho, quase sem pelos, o que ressaltava sua barriginha tanquinho e seus braços musculosos. O Maicon era bem mais moreno, quase mulato, com pernas bem grossas e peludas, contrastando com seu abdômen sem pelos e uma leve barriguinha. O Sandro era bem peludo, o que deixava seu tórax um verdadeiro tesão. O Sandro terminando de tirar sua bermuda e mostrando uma cuequinha branca que mal conseguia comportar uma mala enorme, me perguntou: “Que foi? O que que você ta aí parado olhando?” Eu disfarcei e disse que tava esperando eles abrirem espaço pra eu poder deitar. Fiquei surpreso quando o Rafael respondeu que eu ia ter que dormir no chão porque não tinha mais espaço. Então eu entrei na brincadeira: “Você vai ver quem vai ter que dormir no chão!” e pulei na cama já começando uma brincadeira de luta. Logo estávamos nós quatro nos agarrando e socando uns aos outros, sempre tentando empurrar alguém para fora da cama. No meio da brincadeira eu caí de bruços no colchão e logo o Sandro foi pra cima de mim tentando me imobilizar. Eu tentei escapar, mas ele foi mais rápido e me pegou por trás. Eu tentei escapar da gravata que ele dava me dando, mas ele jogou o peso do corpo sobre mim, colando seu corpo no meu. Eu então arrisquei e fingindo tentar escapar, forcei meu corpo para cima, fazendo minha bundinha alcançar a mala dele e se encaixar direitinho no meio das suas pernas. O Sandro não percebeu de imediato o que eu estava fazendo, ainda tentava me imobilizar. Olhei pro lado e percebi que o Rafael e o Maicon estavam tão entretidos se socando e tentando empurrar um ao outro pra fora da cama, que não prestaram atenção no que estava acontecendo. Foi aí que eu ousei ainda mais e empinei minha bundinha, ficando parado sem oferecer resistência. O Sandro percebendo que eu não mais resistia, falou: “Desistiu é? Vai dormir no chão, vai?” Eu não respondi só empurrei ainda mais minha bundinha pra trás sentindo aquela mala bem no meu reguinho. O Sandro estranhou, porque parou de fazer força. Eu empinei ainda mais a bundinha e dei uma reboladinha, fiquei esperando pra ver a reação dele, se ele se revoltasse, eu tentaria me soltar fingindo que era parte da luta. Mas me surpreendi ao sentir que ele forçou o quadril contra mim, me encoxando gostoso. Não me fiz de rogado e dei uma rebolada bem lenta sentindo seu pau já crescer no meu rabinho. Ele me encoxou de novo, agora com o pau já duraço no meu rego. Ele então começou a esfregar-se em mim com força, parecia que ia estourar as nossas cuecas e meter de uma vez no meu cu. Aquilo estava uma delícia, deixava-me num tesão insuportável. Foi aí que eu olhei pro lado, o Maicon e o Rafael tinham parado de lutar, estavam olhando-nos e perguntaram: “O que ces tão fazendo?”. O Sandro então me soltou falando que não tava fazendo nada. O Rafael deu uma risada e falou: “Caralho, o Sandro ficou de pau duro!” Eu olhei para trás e vi o Sandro todo sem jeito, com a barraca armada. Não sei como aquilo não estourou a cueca, dava pra perceber que tinha mais que 20 cm e tava pra lá de dura, esticando todo o tecido pra frente. Antes que o Sandro dissesse algo, eu falei: “E daí?”. O Maicon falou: “Ele ficou de pau duro na sua bunda e cê não vai fala nada?” . Eu não respondi fiquei esperando a reação dos dois. O Rafael deu um sorrisinho safado pro Maicon e falou: “Então, eu também quero!” E sem demora foi se colocando atrás de mim e começou a se esfregar na minha bundinha. Eu apenas empinei meu rabinho e fiquei ali sentindo aquele pau crescer no meu rabo. Puta que pariu, aquilo era bom demais. O Rafael forçava o pau no meu reguinho, fazendo meu cu piscar. O Maicon então protestou: “É minha vez agora!”. E foi tomando o lugar do Rafael. O pau dele já tava duraço, parecia ser menor que o do Rafael. Eu fiquei ali, uns 15 minutos, de bundinha empinada, enquanto os três se revezavam sarrando meu rabo. Foi aí que eu escutei o Maicon perguntar pro Sandro: “Você tem camisinha, aí?”. Eu gelei. Estava louquinho pra ser enrabado, mas também morto de medo de que eles arregaçassem meu cuzinho virgem. Eu questionei: “Camisinha pra que?” Ele respondeu: “Sem camisinha eu não fodo ninguém” . Eu reclamei: “Mas, quem disse que eu vou dar pra alguém?” O Sandro falou: “Que é isso cara, cê vai deixar a gente assim de pau duro? Cê acha que vai fica esfregando o rabo na gente, e não vai ter que dá?”. Eu sabia que não tinha escapatória, mas preferi fazer um pouco de cu doce e comecei a reclamar que eu não era veado, que nunca tinha dado, que o pau deles era muito grande, que eu só tinha deixado eles se esfregarem em mim porque tava muito bêbado... Foi aí que o Maicon falou: “Você não sabe que cu de bêbado não tem dono? Então agora o seu é nosso! Pode deixar que a gente vai com calma.” Eu não respondi nada, só fui abaixando minha cueca e falei: “Tem camisinha na gaveta da cômoda.” O Sandro foi o primeiro a encapar seu pintão e pediu pra eu mamar. Eu disse que não, mas ele retrucou que era melhor eu babar bastante o caralho dele, senão ele ia meter assim, a seco. Ele se deitou na cama e ficou com aquele pauzão pra cima. Eu fiquei de quatro ao lado dele e comecei a abocanhar aquele sorvetão. No começo eu estranhei um pouco e não gostei do gosto da camisinha, mas logo me acostumei, e comecei a tentar engolir, o que era impossível, já que ele tinha 24 cm e era bem grosso. Foi aí que senti algo no meu rabo. Era o Maicon que já tinha colocado a camisinha e começava a tentar me penetrar. Eu reclamei e o Sandro falou pra ele: “Vai com jeitinho, gospe no cu dele e no seu pau. Se você arregaçar ele, ele não vai agüentar eu e o Rafa” Eu senti algo gelado no cuzinho, o Maicon tava lubrificando meu rabo com cuspe e o deixou bem molhado. Senti então ele encostar a cabecinha bem na entrada. Eu fechei os olhos e fiquei esperando. Ele deu uma forçadinha, mas não entrou. Deu outra, e de novo não entrou. Então ele me pegou pela cintura e socou forte. Puta que pariu, aquilo doeu horrores, e me fez gritar. Eu tentei escapar, mas o Maicon me segurou e ficou ali parado já com o pau todo no meu cu. Eu me contorcia de dor, mas agüentei firme, eu lembrei que as putinhas que eu fodia, também faziam isso, primeiro até choravam, mas depois pediam pra eu meter gostoso no rabinho delas. Então eu levei minhas mãos pra trás e segurei o corpo do Maicon pra que ele não se mexesse e fiquei ali esperando me acostumar com aquele pau de 17 cm no meu cu. Não demorou muito e a dor foi aliviando, e eu comecei sentir um tesão incrível. Nossa , nunca tinha imaginado que dar o cu dava tanto tesão. Soltei o Maicon e comecei a rebolar e ele imediatamente começou um vai e vem gostoso, primeiro bem devagar, tirando todo ele e metendo de volta, depois começou a acelerar e logo me fodia freneticamente enquanto gemia e me chamava de viadinho gostoso. Aquilo me deixou ainda com mais tesão, que eu voltei a mamar o Sandro, agora com uma vontade insaciável. O Rafael se ajoelhou ao lado do Sandro, deixando seu pau ao meu alcance e eu já não me reconhecia e me sentia uma verdadeira putinha, ali sendo fodido pelo Maicon e revezando a mamada entre o pau do Rafael e do Sandro. Eu agora me concentrava mais no pau do Rafael que ainda tava sem camisinha e eu estava adorando aquele gostinho salgadinho de pica e aquele gostinho meio ácido de baba do pau que saia daquela cabecinha. O Rafa tinha uns 20 cm e o pau bem fino, mas muito reto e com a chapeleta bem larga, era o pau mais bonito dos três. Senti o Maicon acelerar ainda mais as estocadas e a gemer alto, o corpo dele todo estremeceu e ele deixou seu corpo cair sobre o meu. Puta que pariu ele tava gozando como um cavalo, aquilo me deu tanto tesão que quase que eu gozo junto com ele. Ele caiu ofegante na cama, eu senti um vazio enorme no meu cuzinho, que não durou muito tempo, pois o Rafael, pegou-me pelas pernas e me puxou até a beira da cama, me deixando de ladinho, pôs uma de minhas pernas sobre seu ombro, deixando-me totalmente arreganhado pra ele, e começou a roçar seu pau na entradinha de meu cuzinho. Eu pedi pra ele colocar a camisinha, mas ele só me respondeu: “Esquece essa porcaria!”. E foi metendo aquele caralho em mim, devagar, mas com bastante tesão. Eu até pensei em não deixar, mas o tesão falou mais alto, estava louquinho pra sentir um macho me encher com sua porra. Dessa vez eu não senti dor alguma apenas um tesão enorme, aquele cara sabia como comer um cuzinho, fazendo-me delirar de tanto tesão. Eu não deixei, é claro, de continuar mamando o cacete do Sandro. Aquilo era maravilhoso, ter o cu e a boca cheios de caralho. Eu não deixava por menos e me contorcia e me esfregava no Rafael, piscando meu cu, apertando aquele cacete, deixando o cara louco, enquanto engolia e mordiscava o pau do Sandro fazendo-o gemer de tesão. Eu mesmo não acreditava naquilo, eu parecia uma puta, estava atuando melhor que as atrizes dos filmes pornôs que eu assistia, e estava adorando isso. O Rafael então avisou que ia gozar, eu tranquei meu cuzinho, espremendo aquele cacete maravilhoso e senti-o pulsar seis vezes, enchendo-me de gala. O Rafael quase gritava, chamando-me de gostoso, de puta, de cuzinho guloso. Ele ficou um tempo ali parado, gemendo e aproveitando o restinho de seu gozo, quando o Sandro pegou-me pelos ombros e puxou-me para cima dele reclamando a sua vez. Ele me posicionou de cócoras em cima dele e pediu pra eu sentar e cavalgar gostoso naquele cacete. O que eu fiz de imediato. Fui descendo devagar naquele cacete, meio sem acreditar que agüentaria, mas louco de vontade de tê-lo dentro de mim. Eu nem acreditei quando senti seus pentelhos em minha bunda e comecei a rebolar gostoso sentindo cada pedacinho daqueles 24 cm de pica dentro de mim. O Sandro me segurou pela cintura e começou a me incentivar a cavalgá-lo: “Isso! Senta gostoso, vai! Cavalga nesse seu garanhão! Vai! Você queria pica, agora vai ter uma de verdade! Isso! Vai! Eu vou arregaçar essas suas pregas! Vai viadinho! Vai!” Eu não o decepcionava, subindo e descendo alucinadamente naquele caralho e gemendo como louco. Ele então segurou ainda mais firme em minha cintura e começou a me foder com força. Eu sabia o que era aquilo, ele ia gozar e eu comecei a rebolar e a gemer ainda mais alto até sentir aquele pau imenso pulsar dentro de mim liberando litros de porra. Eu então caí do lado do Sandro, peguei no meu pau que doía de tão duro, mal comecei a me masturbar e explodi em gozo, com jatos de porra que lambuzaram minha barriga, meu peito e até meu rosto. Eu nunca tinha gozado desse jeito. Tremia e me contorcia de prazer, gritando de tanto tesão. Olhei para os lados e vi o Sandro, o Rafael e o Maicon me comendo com os olhos, com os paus duros novamente. Só me virei ficando de quatro, entregando-me totalmente a luxúria daqueles três machos e aos prazeres das brincadeiras de homens num fim de noite.

OS TESTEMUNHAS DE JEOVA

Fazia pouco tempo que tinha ido morar sozinho. Ainda não era assumido, mas já era bem experiente em putaria. Tinha uns primos e uns amigos que faziam a festa em minha bundinha, então apesar de ter só 19 anos, já tinha experimentado de tudo sobre sexo entre machos. Embora às vezes fosse ativo, minha onda era mesmo levar pica no rabo. Naquela manhã de domingo, acordei totalmente tesudo. Já fazia uns dias que não transava. Na noite anterior tinha ido a uma boate, tinha dado uns pega num morenão fortão, mas ele quis ficar só no esfrega. Voltei para casa com o cu piscando, mas sozinho. Levantei, fui direto tomar um banho para apagar um pouco fogo. Estava decidido, iria tomar café e iria direto para casa de minha tia Amanda, iria, como sempre me trancar no quarto com meu primo Flávio, deixar o videogame ligado fazendo barulho, enquanto iria gemer na vara dele. Não sairia de lá, enquanto não levasse pelo menos três esporradas bem fundas no meu cu. Pensar nisso só me deixava ainda mais louco. Mas nem me punhetei, queria gozar com uma pica no cu. Abri ainda mais a água do chuveiro, deixei que a água quase gelada, fosse escorrendo pelos meus 1,70m de altura com minha pele branquinha e meus pelos douradinhos como meu cabelo. Não tinha corpo feminino, mas também não era muito masculino. Não tinha músculos definidos, mas o corpo no lugar, com pernas torneadas e uma bundinha redondinha e saliente, que chamava atenção, um verdadeiro convite ao pecado. Estava devaneando, quando escuto baterem à porta. Olhei pelo vitrô do banheiro, torcendo para ser algum “amiguinho” meu. Que decepção! Eram dois Testemunhas de Jeová. Com suas roupas sociais, jeito sério e folhetos nas mãos. Demorei-me no chuveiro, esperando que eles fossem embora, mas eles eram insistentes. Continuaram a bater palmas e a chamar. Fiquei puto. Enrolei-me na toalha e fui atender a porta assim mesmo. Estava certo que eles sairiam correndo ao me ver daquele jeito, ainda mais porque meu pau estava duro e a toalha não disfarçava nada. Abri a porta e com a cara mais cínica do mundo dei um bom dia. Os dois estavam pasmos, mas agiram como se não houvesse nada de mais. Meio que gaguejando começaram aquele típico discurso se eu conhecia a bíblia coisa e tal. Num tom ríspido interrompi, falando que estava no meio de um banho e que se quisessem esperar entrassem, mas se não fossem embora porque não queria eles esperando à minha porta. Esperava que eles fossem embora sem nem mesmo dizer tchau. Foram eles que me deixaram pasmo agora. Entreolharam-se um pouco nervosos, mas depois de um leve tempo, o mais alto, um moreno jambo, magrinho, de bigode ralo e bem feinho, disse que entrariam e esperariam para conversar comigo, que estavam sem pressa e podiam esperar meu banho. O outro um rapaz de uns 18 anos, de pele clara e cabelos bem negros, corpo meio cheinho, mas rosto muito bonito, não disse nada, mas me encarou demonstrando que estavam certos de sua decisão. Sem ter reação, pois não esperava aquilo, dei passagem e deixei-os entrar. Fechei a porta e me virei para eles. Estavam no meio da sala, em pé, totalmente sem jeito, mas firmes em sua postura séria. A última coisa que queria era passar um minuto que fosse escutando falarem sobre igreja. Estava puto e quando fico puto, nem penso direito. Tentei então espantá-los de vez. Disse para eles se sentarem. Fizeram automaticamente. Tirei minha toalha da cintura e coloquei nos ombros passando por eles indo rumo ao banheiro. Andava e rebolava tão marcadamente, que tanto minha bunda ia de um lado para outro como meu pau balançava no mesmo ritmo. Quando cheguei à porta do banheiro, virei-me e voltei para sala, sentei-me no sofá de frente para os dois, que estavam vermelhos como pimentão. Fui falando: “Melhor conversamos de uma vez, assim vocês não perderão muito tempo.” Foi o gordinho que retrucou: ”É bom o senhor por uma roupa primeiro” Cínico como eu bem sabia ser: “Ué, o que tem demais. Vai me dizer que vão ficar de pau duro de me ver pelado aqui?” Não se pronunciaram. Apenas se levantaram e foram até a porta. Ainda se viraram em minha direção, certamente para me dar um esporro antes de saírem. Não dei tempo. Virei-me no sofá, ficando de quatro em cima dele e direcionando minha bunda para eles, enquanto ia anunciando: “Tem um cuzinho apertadinho, louco pra se fuder. Ou metem vara nele, ou vão embora de uma vez!” Novamente me surpreenderam. Não saíram. Ficaram estáticos, olhando para mim. Também não se mexeram, quando levantei e fui devagar até eles. De frente para eles, levei minhas mãos para suas malas. Os dois levaram suas mãos sobre as minhas segurando-as, mas não as retiraram de onde estavam. Percebi que o moreninho estava a meia bomba, mas o gordinho estava duraço. Parecia que os dois combinavam os movimentos, pois ao mesmo tempo soltaram minhas mãos e deixaram elas trabalharem. Fui apalpando e acariciando, agora os dois paus estavam duros, revelando-se grossos e de bom tamanho. Fui puxando os dois pelos paus, até trazê-los para perto do sofá onde sentei. Os dois não falavam nada, dando-me carta branca. Então, soltei o pau do gordinho por um instante, para conseguir abrir a calça do moreninho. Abri a cinta, desabotoei a calça, puxei o zíper e deixei a calça ir escorregando pelas coxas, finas mas musculosas. A cueca formou uma barraca enorme. Puxei e soltei aquele pauzão de sua prisão. Um membro meio torto para direita, de pele negra, grosso e com pelo menos uns 22cm. Nenhum dos dois falava nada, mas o gordinho passou a se mexer e foi ele mesmo abrindo a calça e abaixou-a junto com a cueca. Revelando sua pica de uns 18cm, bem grossa e cabeçuda. Não perdi tempo e caí de boca. Ia revezando entre as picas, chupava, engolia o que dava, punhetava e esfregava na cara. Os dois não falavam nada, mas gemiam alto. Meu cu piscava, queria pica. Abocanhei a pica do moreninho, ao mesmo tempo que fui ficando de quatro no sofá, empinando minha bundinha para o gordinho. Ele afoito, já agarrou minhas ancas, sarrando-me, procurando meu anelzinho com a cabeça do pau. Mal encontrou, deu uma estocada, metendo de uma vez. Quase que eu mordo a pica do moreninho. Tentei escapar, mas o gordinho me segurava pela cintura e já começou a estocar. Eu devia saber que os dois não sabiam comer um cu. Agora eu tinha que me conformar. Fiquei esperando, segurando a dor, sabia que daqui a pouco passaria, fui tentando relaxar. Mal conseguia chupar o pau do moreno, que sentindo a diferença da chupada, agarrou meus cabelos e começou a forçar minha cabeça contra sua pica. Apenas deixei acontecer. Os dois não tinham nem um pouco de dó de mim. O gordinho metia cada vez mais forte em meu cu, que ardia e o moreninho forçava seu pau na minha garganta, nem ligando para minha falta de ar e meus sinais de ânsia. Eu merecia, tinha pedido por aquilo. Eu queria pica e estava levando duas. Foi com este pensamento que comecei a ir relaxando, a dor foi diminuindo, finalmente o prazer foi chegando. Logo meu tesão estava a mil novamente. Meu pau estava até doendo de tão duro, meu cu ainda ardia mas piscava. Comecei a rebolar, o macho acelerou ainda mais as estocadas, mostrando que tinha gostado. Consegui me desvencilhar das mãos do moreno e tirei o seu pau da boca. Sabia que o gordinho não ia aguentar muito tempo, fodendo forte e rápido daquele jeito, então preferi me concentrar nele. Comecei a rebolar, piscar o cu e forçar minha bunda para trás, seguindo o ritmo das estocadas. Os estalos de carne contra carne, foram surgindo, o que deixou meu macho ainda mais tesudo e as estocadas ficaram ainda mais fortes. Foram mais umas cinco estocadas assim e senti o pau pulsar dentro de mim, ficando ainda mais duro. Ele quase gritou, empurrando com força seu pau para dentro ao mesmo tempo quem me puxava ainda com mais força meu quadril contra seu corpo. Ele parecia querer entrar inteiro dentro de mim. Ficou uns instantes assim, puxou seu pau, e soltou meu quadril. Sentou-se com dificuldade no chão, com as pernas esticadas, as mãos apoiadas no chão atrás das costas. Jogou a cabeça para trás, ainda ofegante, gemendo e pingando suor. Seu pau ainda apontava para cima todo melado de porra. Fiquei olhando-o, sabia o que era aquilo. Então com uma voz cheia de charminho, perguntei: “Gostou da sua primeira vez?” Ele meio corado apenas deu um sorriso safado, confirmando que tinha adorado. Finalmente me lembrei do moreno. Ele estava em pé, com o pau na mão observando. Não podia, deixa-lo, assim na mão. Levantei, empurrei-o, fazendo-o cair sentado no sofá. Montei nele e de cócoras fui descendo naquele pau. Desci de uma vez, já estava arrombado e com toda a porra que escorria de meu cu, sabia que não sentiria dor alguma. E assim foi, entrou tesuda e prazerosamente, para mim e para ele. Tanto é que nós dois gememos alto, em coro. Rebolei gostosamente, sentindo seus pentelhos em minha bunda e comecei a quicar, fazendo o pau sair e entrar com força de meu cuzinho. Encarava o rapaz, percebi que não era tão jovenzinho quanto o outro, devia ter mais de 25 anos, certamente não era sua primeira transa, mas com certeza era seu primeiro cuzinho, pois ele vibrava com minha cavalgada. A natureza sabia equilibrar as coisas, pois um pau daquele tamanho, a testosterona, a virilidade e o tesão que ele exalava enquanto metia, compensava seu corpo muito magro e seu rosto tão destituído de beleza. Ele mesmo tirou sua gravata e abriu sua camisa, revelando um peito e barriga muito secos, mas extremamente peludos. Enrosquei meus dedos naquele emaranhado de pelos, ia alisando, arranhando e dando leves puxões, que faziam o cara delirar. Ele escorregou as mãos pelo meu corpo e segurando minhas ancas começou a me ajudar a cavalgar, ao mesmo tempo que também começou a estocar seu quadril para cima. Sabia o que ele queria, e não decepcionei, comecei a caprichar ainda mais nas quicadas de minha bunda ao mesmo tempo que comecei a contrair e piscar meu cuzinho. Ele não aguentou, acelerou seus movimentos e manteve-os frenéticos, enquanto seu pau pulsava e lançava litros de porra no meu cuzinho. Somente quando a última gota de porra foi expelida por seu pau, ele parou o movimento, deixando seu pau atoladinho dentro de mim. Levei minha mão no meu pau e mal o toquei explodi em gozo na barriga e peito peludos do carinha. Ele não gostou. Foi logo me tirando de cima dele, levantou-se e correu ao banheiro para se lavar na pia. Quando voltou, já estava vestido. Olhou para o gordinho, que ainda estava jogado no chão com a calça arriada. Eles pareciam se comunicar com o olhar. Pois no mesmo instante o gordinho se levantou e arrumou suas roupas. Eu apenas observava, em cima do sofá ainda me refazia da gozada e da surra de pica que levara. Estava em êxtase, mas percebi que os dois estavam completamente desconcertados, criando aquele clima. Quando o gordinho finalmente se arrumou, o moreno fez menção de falar algo. Não permiti, fazendo sinal que não precisava falar nada. Vi seu olhar de agradecido, os dois apanharam seus folhetos, que na sequencia dos acontecimentos ficaram caídos espalhados perto da porta. Abriram a porta e saíram apressados. Nunca mais encontrei com os dois, mas até hoje meu cu pisca de saudade de meus dois machos Testemunhas de Jeová.

MEU IRMAO POS MEU CUZINHO NA BRINCADEIRA

Ao contrário de mim, meu irmão era bem popular, despachado e com bastante amigos. Eu ficava mais com as meninas, era bem tímido e caseiro. Meu irmão era três anos mais velho que eu, então não gostava que eu ficasse no meio de seus amigos, me achava criança demais e vivia me apurrinhando. Estava com 18 anos e era bem bobinho. Foi nessa época que meu irmão, não me lembro mais porque, fez uma confusão e brigou comigo, dando-me uns bons tapas, mas lembro que meu pai ficou muito puto e deixou meu irmão de castigo. Imaginem só um rapaz já com quase 22 anos, despachado, com namorada, coisa e tal, de castigo! Ele estava cursando a faculdade de engenharia, então só podia sair para ir para a facul e meu pai mesmo ia buscá-lo. Claro que virou piada entre os amigos, mas meu irmão como sempre conseguiu contornar a situação. Os amigos dele começaram a vir em casa, ficavam jogando videogame, escutando música, mexendo na net, trancados no quarto. O foda, como falava meu irmão, era ficar sem uma metida com a namorada. Passados uns dias, meu irmão começou a torrar o saco de minha mãe e meu pai, ainda mais que haveria um show bem grande numa cidade vizinha. Até os amigos do meu irmão começaram a forçar a barra para que meu irmão fosse liberado para ir. Meu pai deu uma solução. Já que me achava bem ajuizado e eu sempre dedurava meu irmão para meu pais (coisa de irmão menor e pentelho, rsrsrs) e para compensar o que ele tinha feito comigo, meu irmão só poderia ir se eu fosse junto. Meu irmão ficou puto, mas sabia que com meu pai não adiantava negociar, preferiu aceitar me levar a tiracolo. Fomos em dois carros. Como meu pai sabia que provavelmente eles beberiam, aceitou e até recomendou que nós dormíssemos na casa dos tios de um dos rapazes, que moravam naquela cidade, em vez de voltar do show de madrugada. Chegamos à cidade, fomos até a casa que iríamos dormir. Só aí descobri que a casa estava sozinha, os tios do amigo do meu irmão estavam viajando. Já tinha uma coisa para fofocar para meus pais, pois eles tinham garantido que os donos da casa estariam lá e vigiariam a gente. Tomamos banho rápido e logo saímos a pé mesmo, pois o local do show não era longe e também porque assim poderiam beber a vontade. Eu com a incumbência de não sair do lado do meu irmão 1 minuto, cumpri meu papel de irmão mala e fiquei grudado nele e ainda adorei a zoação do pessoal pra cima do meu irmão. A namorada do meu irmão estava no show. Os dois nem assistiram o show direito, ficaram na pegação, mas comigo ali de vela, melava tudo. Meu irmão me chamou de lado e pediu para eu o deixar levar a menina até a casa, que era rapidinho, que já que ele voltava, mas eu irredutível, não cedia, ele me prometeu de tudo, até dinheiro, mas eu ali só fazia era dizer não, adorando a situação. No fim das contas, o show acabou e meu irmão nem curtiu o show, nem conseguiu dá uma com a namorada, nem bebeu muito, pois eu controlava e ainda por cima levava o maior esporro da galera, que não perdoava e fazia piada do que acontecia. Meu irmão, fulo, até se arrependeu de ter vindo. Ainda mais que nem podia brigar comigo, pois como era o queridinho da família, era capaz de ficar ainda pior para ele. Acabado o show, a namorada dele se despediu e foi embora. Os amigos dele, chapadões, queriam ficar ali de zoeira, mas meu irmão conseguiu convencê-los a voltar para a casa. Eu adorando tudo, achava o máximo estar como dono da situação. Só percebi que tinha passado do limite, quando no meio do caminho, meu irmão, olhando-me com um ar fulminante, disparou: “Cê tá ferrado!” O caminho agora era uma tortura para mim, pois eu conhecia aquele olhar, era sinal que meu irmão estava no limite e não pensaria duas vezes para se vingar. Ele passou o resto do caminho, totalmente calado. Eu sabia que estava planejando como daria o troco. Demoramos muito para chegar até a tal casa. Era perto, mas com exceção de mim e de meu irmão, estavam todos chapados, mais tropeçando, do que andando de fato. Já na casa, decidimos ir dormir direto, então meu irmão convenceu a todos para dormimos num quarto só. Ele mesmo espalhou pelo chão do quarto, os colchonetes que havíamos levado. Eu sabia que ela já tinha decidido como me dar o troco, aquilo só podia ser parte de seu plano. Éramos em seis caras, ali dividindo o espaço. Abrimos a janela para refrescar um pouco o ambiente, pois fazia bastante calor. Meu irmão mesmo deu a ideia de dormimos todos só de cueca. Estávamos todos cansados, então cada um se dirigiu para seu colchonete para dormir, mas meu irmão não deixava ninguém dormir, puxava assunto, fazia brincadeiras e em pouco tempo começou a falar de putaria. É claro que a rapaziada começou a se animar. Cada um falava mais que o outro , sempre contando mais vantagem, coisa e tal. Nem sei de onde surgiu algumas revistas pornô. Que dizer, tenho certeza que foi meu irmão que distribui para galera. Logo estavam todos de pau duro vendo sacanagem e falando sacanagem. Eu é claro, só via, pois de sacanagem não tinha experiência alguma para poder contar. Eu percebia que já estava todo mundo inquieto, querendo bater uma, mas sem jeito de fazer ali na frente dos outros. Foi aí que meu irmão veio com um papinho de que tinha ficado muito tesudo com os amassos com a namorada, que estava com o maior tesão por causa das revistas. Que não estava mais se aguentando de tesão. O pessoal começou a falar o mesmo, logo começaram a falar de se aliviar na punheta, um incentivando o outro, decidiram bater ali mesmo. No começo, meios sem jeito, mas logo depois estávamos os seis de pau de fora, cada um no seu colchonete, batendo punheta e olhando revista pornô. Meu irmão não se conteve, falando que com o tesão que estava, não conseguiria gozar só com a mão. Primeiro veio a zoação de todos, falando de que papo era aquele. Mas, com a lábia que meu irmão tinha de sobra, foi direcionando a conversa, até que todos concordaram que o que eles precisavam mesmo era mais que uma punheta. Meu irmão não perdeu tempo e já lançou no meio de todo mundo: “Vem cá, vem maninho. Bate uma no meu pau, como você sempre faz lá em casa.” Fiquei pálido, enquanto todos os outros ficaram de boca aberta. A surpresa para mim foi tão grande, que nem tive reação. Quando desatei a xingar meu irmão, já sabia que não adiantava nada, já tinha ficado a impressão que era só pra disfarçar. Ainda mais que meu irmão não parava de pedir: “Que é isso maninho. Num precisa ficar com vergonha não. Lá em casa cê num tem vegonha de pega no meu pau. Vai pega aqui vai. Faz charminho não. Vem pega no pau. Bate uma pra mim, vai.” Sentia todo mundo olhando para mim. A vergonha no máximo, tanto é que nem xingava mais, apenas roxo de raiva e humilhação olhava para meu irmão, que não parava de pedir para eu bater uma para ele. Não tinha nem ideia do que fazer. Fiquei mais atordoado ainda, quando o meu irmão, lançando para mim o seu olhar fulminante, arrematou: “Nem precisa liberar o cuzinho hoje não, só a punhetinha já tá bom” O silêncio ficou total. Todos olhavam para mim. Eu sem reação. Foi o Rogério, um moreninho de rosto redondo, quase sem pelo no corpo e um pau de uns 15cm mas bem grossinho, quebrou o silêncio, perguntando com sua voz arrastada por causa da bebida: “Ih, ele libera o cuzin?” Meu irmão respondeu na caruda: “Rebola que nem puta. Ainda pede pra meter com força” Não acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo. Acreditei menos ainda, quando o Márcio, um branquelão, bem magro, de cabelos pretos, levantou-se, meio cambaleante, apontou sua pica de uns 17cm para meu rosto e balançando-a perguntou “E uma chupetinha, você faz?” Fiquei olhando aquilo, sem saber o que fazia. Logo, os caras começaram a se manifestar, me mandando chupar. Não sei se foi vontade, se foi falta de opção, se foi pela pressão de todo mundo ali mandando chupar. Mas eu abri a boca e fiquei esperando. Não foi um instante e o Márcio avançou e foi enfiando aquele pau na minha boca. Foi automático. Aquele pau na boca, despertou a puta que existia em mim. Comecei a sugar, lamber e babar aquele pau. O Márcio gemia e elogiava a mamada. Os outros riam e faziam gracejos, chamando-me de viado, de boqueteiro e mandando-me mamar gostoso. Aquilo me incentivava. Caprichei ainda mais na chupeta, tentando engolir inteiro aquele pau, enquanto fui ficando de joelho, abaixando minha cueca e empinando minha bundinha. Meu irmão não perdeu tempo. Se posicionou atrás de mim, esfregando o pau no meu rego. Posicionou a cabeça na entradinha e falou perto do meu ouvido: “Agora aguenta, viado” Forçou a entrada e a cabeça entrou rasgando. O grito foi abafado pelo pau do Márcio. Meu irmão ficou um tempinho parado, só com a cabecinha dentro. Mas, então empurrou o resto de uma vez. Ardeu muito, mas nem se comparava com a dor da entrada da cabeça. Ele parou mais um pouco, depois já começou os movimentos de entra e sai. Ainda ardia, mas não doía, para depois de pouco tempo nem arder mais. Era meio desconfortável. Eu sentia vontade de cagar, mas não sentia dor alguma. Fechei os olhos e me concentrei na sensação. Era diferente, era novo e era gostoso. Automaticamente comecei a rebolar, mesmo sem nunca ter feito antes, era natural para mim chupar e rebolar numa pica ao mesmo tempo, apenas fazia e, pelos gemidos dos dois, tinha certeza que fazia certo. O pau de 18cm de meu irmão, me castigava, entrando e saindo com força, mas eu vibrava com cada movimento. Vibrei mais ainda quando senti o pau do Márcio pulsar na minha boca e começar a despejar a porra. Nem pensei, apenas fui engolindo, sem qualquer sinal de nojo, na verdade me deliciando com o sabor novo que eu experimentava. Continuei sugando até a última gota. Então tirei o pau da boca, dei uma boa lambida e o soltei. Olhando para o lado, fiz sinal para o próximo se aproximar. Era o Paulo, um gordinho, meio marrento, de corpo bem peludo. Devia ter uns 15cm de pica, com corpo bem veiúdo e cabeça larga. Mal se aproximou, enfiei tudo na boca, enquanto continuava a rebolar. Senti o corpo do meu irmão se contorcer e seu pau pulsar. Era minha primeira galada dentro do cu e adorei. Nem deu tempo de sentir vazio, pois quase tão logo o pau do meu irmão saiu, senti outro cutucando. Era o Rogério. Entrou ardendo novamente, pois o calibre era muito maior que o pau anterior. Não me incomodei, rebolei gostoso. Não foi questão de dez estocadas fortes e senti o pau pulsar, seguido de um gemido gostoso. O Rogério foi muito rápido, mas gozou horrores, fazendo a porra escorrer pelo meu rego, minha bunda e pernas. O Paulo trocou de posição indo para trás de mim, metendo sem dó. Não titubeei e chamei o Fábio, que logo me atendeu e enfiou sua pica preta na minha boca. O negão fazia jus a sua raça e tinha uma pica de responsa, pelo menos uns 20cm, muito roliço, por igual da ponta a base, nem parecia ter cabeça, parecia uma canudão grosso negro. Sufocava um pouco, ainda mais que o Fábio forçava o máximo que podia em minha garganta. Eu adorava, babava e gemia. O Paulo metia sem pressa. Ia com força, mas ritmado em minha bundinha, aproveitando ao máximo a brincadeira. O Fábio pediu para o Paulo deixa-lo meter um pouco. Os dois trocaram de lugar. Como os outros o Fábio não teve dó, metendo de uma vez e com força. Quase gritei de dor. Dessa vez o pau judiou das minhas preguinhas. O negão não se incomodou, começou a bombar com força, ainda pedindo para mim gemer mais alto. Demorou um pouco para acostumar com o calibre e comprimento daquela vara. Mas logo estava rebolando novamente e caprichando na chupeta para o Paulo, que não aguentou muito tempo, enchendo minha boca. Engoli tudinho, deixando o pau limpinho. O Fábio se empolgou, por agora ter me somente para ele, praticamente montou nas minhas costas, e começou a estocar com muita força. Seu corpo estalava na minha bunda e eu dava gritinhos a cada estocada. Ele pedia mais, me chamando de puta. Numa estocada muito forte, soltou um urro e começou a gozar, lançando litros de gozo bem fundo no meu cuzinho. Ficou um tempão ali parado, até seu pau amolecer e sair de dentro de mim. Cai exausto no colchonete que estava, em pouco tempo dormi, sem nem me preocupar com o que eles estavam pensando ou fazendo. Acordei muito tempo depois. Percebi que todos eles dormiam, cada um em seu colchonete. Levantei e fui até o banheiro. Estava com a bunda e as pernas todas grudadas de porra. Tomei um banho, sentindo que meu cuzinho latejava, mas já sentia saudade de estar preenchido por um bom cacete. Bati uma punheta fenomenal e gozei como ainda não tinha gozado na vida. Terminei o banho, vesti uma roupa e fiquei na sala esperando que acordassem. Alguns acordaram animados, querendo me enrabar novamente. Mas estava sem condições, meu cu ardia muito, embora pedisse por rola. Boqueteei cada um deles, tomando uma grande quantidade de leite de macho como café da manhã. Voltamos para casa sem qualquer comentário, como se nada tivesse acontecido. Cheguei em casa e logo fui contando para meus pais como meu irmão foi um ótimo rapaz, pedindo para tirá-lo do castigo. Naquela mesma noite, com sua boa lábia, meu irmão me convenceu a liberar a rabiola para ele novamente, mesmo estando com meu cuzinho todo esfolado. Coisa que ele faz comigo até hoje, confirmando como foi ótimo ele por meu cuzinho na brincadeira.

NO QUARTO COM O AMIGO DO MEU IRMAO

Na época, acho que já desconfiavam, mas ninguém tinha certeza se eu era viado. Não tinha namorada, não curtia futebol e não me enturmava com os rapazes. Como era muito sério e reservado, ninguém me questionava sobre minha situação. Meu irmão ao contrário, tinha um grupo de amigos, que viviam em casa e sempre saiam para curtir aos fins de semana. Certo dia, cheguei do trabalho e encontrei o meu irmão com uns cinco amigos e meu pai na sala assistindo um jogo de futebol e tomando cerveja. Cumprimentei a todos, recusei a lata de cerveja que me ofereceram e fui para cozinha, onde encontrei minha mãe atarefada fazendo umas pizzas. Apenas informei que tinha chego e fui para o quarto. Estava quente, então tirei a roupa e fui para o banheiro de meu quarto e tomei uma ducha. Não perdi a oportunidade de bater uma em homenagem ao André. Ele era um dos amigos do meu irmão que estavam na sala. Ele destoava um pouco do resto da turma. Era mais velho uns 10 anos que os demais. Ele era cunhado do Zé, um dos integrantes da turma. Como o André era de outra cidade, encontrou no cunhado uma forma de se enturmar e acabou se integrando muito bem na turma, mesmo que fosse um grupo de molecotes, se comparado a ele já com seus trinta e poucos anos. Tinha um porte atlético, sem ser marombado, um rosto quadrado e corpo muito peludo. Seus cabelos ruivos e um bigode bem feito, o deixavam enigmático e extremamente sexy. O que me chamava atenção era justamente seu jeito todo descontraído e juvenil, dentro de um corpo de homem formado, casado, pai e chefe de família. Meu tesão aumentava mais ainda, por saber que ele era hetero e casado, ou seja um macho de verdade. Imaginava como ele seria na cama, como era sua pegada e me acabava na punheta, debaixo do chuveiro. Depois de umas dedadas no cu e uns cinco belos jatos de porra em homenagem ao André, terminei minha ducha, pus apenas uma cueca e fiquei no quarto escutando música. Sai apenas para pegar uns pedaços de pizza na cozinha e um pouco de suco. Percebi que a conversa dos rapazes estava animada na sala, demonstrando que já tinham exagerado na bebida. Voltei para o quarto e continuei lá. Já era quase meia noite quando meu irmão foi ao meu quarto, perguntando-me se eu queria acompanhá-los numa pescaria que fariam no dia seguinte. Eu recusei de pronto. Meu irmão não estranhou, pois quase nunca acompanhava as pescarias que a turma fazia. Ele pegou emprestados uns lençóis que estavam em meu quarto, explicando que eles dormiriam em casa, para poderem sair bem cedinho, no dia seguinte. Assim que meu irmão saiu, minha mente já foi longe, fantasiando como seria, se eu sorrateiramente durante a madrugada fosse ao quarto do meu irmão e caísse de boca na mala do André, que tanto marcava suas bermudas. Imaginava ele se contorcendo e sufocando seus gemidos para não acordar os demais e ser pego no flagra enquanto delirava com meu boquete. Meu pau já estava duraço novamente e meu cuzinho já me incomodava de tanto que piscava de tesão. Porém eu estava conformado que aquilo nunca aconteceria, pois eu não arriscaria ser pego de boca numa pica. Mas o destino queria me presentear. Estava perdido nos meus devaneios, e de início até achei que era fruto da minha imaginação, quando escutei uma batida à porta do meu quarto e escutei aquela voz rouca perguntando se poderia entrar. Minha voz quase não saiu, mas pedi que entrasse. André abriu a porta, estava com lençol e travesseiro debaixo do braço. Usava apenas uma bermuda larga, deixando a mostra suas pernas fortes e seu peito peludo, que se transformava num verdadeiro matagal de pentelhos conduzindo ao caminho da felicidade de sua mala que sua bermuda mal conseguia comportar. Num sorrisinho amarelo, contou que ele que dirigiria no dia seguinte e que ele precisaria dormir bem e que no quarto do meu irmão, com a rapaziada fazendo bagunça, ele não conseguiria descansar o suficiente, pedindo-me para deixa-lo dormir no meu quarto. Nervoso, respondi que sim, levantei-me e, solicitamente, tirei umas roupas que estavam jogadas sobre a cama sobressalente em meu quarto, permitindo que ele se ajeitasse. Só depois, que voltei a me deitar na minha cama, percebi que meu pau ainda estava duraço. Não sei se ele não percebeu ou se apenas fingiu não perceber que eu armava uma baita barraca na cueca. Fiquei totalmente vermelho. Ele muito educado, não comentou nada, apenas se ajeitou na cama, agradecendo o favor. O silêncio se instalou, até que ele num sussurro perguntou se poderia apagar a luz. Não respondi, apenas levantei e eu mesmo apaguei a luz. Voltei a minha cama, decidido a fazer alguma coisa. Então puxei conversa: “Espero que você não estranhe a cama e não consiga dormir.” “É foda dormir na cama dos outros. A gente estranha mesmo, mas a colchão é bem macio, vai dá pra descansar bem.” “O colchão da minha cama é mais durinho, se você quiser trocar, a gente troca” Ofereci, querendo achar um jeito de esticar conversa. “Num precisa, não. Eu gosto de colchão mais molinho, mesmo. O que vou estranhar é ser de solteiro. Já faz tempo que não durmo em cama pequena.” “É deve ser bom dormir em cama de casal. Quero ver se eu compro uma para por aqui no meu quarto. Dá pra virar e mexer bastante” “Quando a gente dorme sozinho, dá mesmo pra virar e mexer bastante, mas quando a gente divide, fica meio apertado.” “É legal dormir assim, com outra pessoa na cama?” Perguntei, achando meio infantil, mas tentava manter a conversa para consegui puxar algum assunto que levasse o papo para o lado do sexo. Ele demorou um pouco para responder. “Tem que tomar cuidado na hora de se virar. Às vezes a gente acaba batendo no outro sem querer. Mas é legal ter alguém dormindo junto.” “Eu não sei se eu ia conseguir dormir. Acho que ia ficar o tempo todo de pau duro.” Falei na expectativa de engrenar no assunto que eu queria. “Puxa, cê é muito tarado! Coitada da sua mulher, vai ficar toda esfolada” Disse e caiu na risada. “Você num fica, de pau duro com a sua mulher na cama?” “Cara num é assim, não. Quando a gente casa, num fica trepando o tempo todo. Tem dia que a gente só deita dorme mesmo.” “Nossa, com seu jeitão, achei que você dava umas três todo dia” Provoquei e ele fisgou a isca. “Como assim meu jeitão? Que jeitão é esse?” “Sei lá, cara. Sabe, assim, forte, macho, todo gostosão” “Gostosão?” Ele mais repetiu, meio tentando entender, do que me perguntando de fato. “É cara, na boa. Acho você bem gostosão.” Fiquei esperando a reação, mas o que veio foi o silêncio. Já tinha chegado até ali mesmo, não ia recuar, nem que todos descobrissem que eu era gay. “André, posso perguntar uma coisa?” Interpretei a falta de resposta como um consentimento e arrisquei: “Você... sabe... já comeu... outro cara?” O não veio seco, mas não me amedrontou. “Sabe, se fosse escondido, sem ninguém ficar sabendo, você comeria um viado?” Demorou um pouco, mas resposta na verdade veio com outra pergunta: “Na boa, véio... Tú é viado?” Respondi com um simples “sou” e fiquei esperando. Ele logo quebrou o silêncio: “Num leva a mal não, mas num curto essas coisas. Num tenho nada contra não, mas sou homem e gosto de buceta, ok?” “Eu sei, mas todo homem gosta de cuzinho” Retruquei. “É, mas homem acha gostoso é cu de mulher!” “Bem já falaram pra mim que meu cu é mais gostoso que de mulher” “Que isso, cara. Você dá o cu mesmo?” “É verdade. Eu gosto de levar no cu. E os caras adoram, falam que é apertadinho e gostosinho.” “Véio, é melhor parar com essa conversinha e me deixar dormir” “Você, sabe o que é bom para um cara relaxar e conseguir dormir feliz, num sabe?” Perguntei cheio de más intensões. Ele não respondeu. A escuridão do quarto não me deixava ver seu rosto para analisar sua reação, mas preferi continuar: “Uma boa gozada.” “Véio, na boa, num tô afim.” Pensei que não teria jeito mesmo. Mas arrisquei mais uma vez: “Mas boquete, ninguém recusa.” “Cara tu num desiste.” “E aí, um boquete num é uma boa?” “Num sei disso não” “Pensa bem cara. Tu dorme tranquilo depois de uma boa gozada. Num tem risco de ninguém ficar sabendo. Você experimenta algo diferente. Tu faz um favor pra um amigo. Num é uma boa?” “Véio, num tô nem com tesão.” Decidi provocar, para ver se a situação engrenava: “Ih, cara num sabia que você era de negar fogo.” “Num nego fogo. Mas meu negócio é buceta” “Mas nenhum macho recusa um boquete” Ele não respondeu. Eu agi. Levantei e fui até ele. Ajoelhei ao lado da cama. Aí notei, como meu quarto era escuro. Conseguia perceber sua silhueta na cama, mas não podia ver sua feição. Não sabia o que seu rosto demonstrava. Mas não recuei. Estiquei a mão, alcancei o lençol que o cobria e o puxei. Veio o primeiro sinal verde. Afinal ele não o segurou, deixando ser descoberto. Avancei mais e alcancei sua barriga com meus lábios, que logo foram beijando e sugando aquele corpo. Ele estava estático, não conseguia perceber nem uma reação de seus músculos, parecia congelado. Não escutava nem o som de sua respiração. Mas foi por pouco tempo, pois escutei um gemido sôfrego, quando alcancei sua mala e dei uma bela mordiscada em seu membro por sob sua bermuda. Não perdi tempo, abri o velcro da bermuda abaixei a cueca e abocanhei o pau todinho. Foi questão de segundos, para o pau flácido e inerte pulsasse em minha boca e virasse um mastro duro, grosso e comprido, que sufocava minha garganta. Não foi só a pica que ganhou vida, pois logo senti as mãos agarrarem meus cabelos forçando minha cabeça a subir e descer, mostrando que ele queria foder minha boquinha. Fui ao êxtase e me dediquei totalmente ao boquete. Engolia aquela vara até ela cutucar minha goela e me tirar o ar, chupava e mordiscava a chapeleta e enfiava a ponta de minha língua no orifício da cabecinha, fazendo o meu macho gemer e até perder a respiração. Minhas mãos também trabalharam rápido e logo arranquei de vez aquela bermuda e a cueca, deixando o campo todo livre para travar minha batalha com aquele pauzão. Chupava afoito e percebi que aquele pauzão não recebia um tratamento daquele há muito tempo, pois o André quase tinha uma convulsão de prazer quando eu abocanhava a pica deixando ir até a garganta. Percebi que o quadril começou a se movimentar também, querendo estocar minha boquinha. Não deixei, sabia que era sinal que o André queria gozar e eu queria mais. Então deixei o pau de lado e me dediquei às bolas, grandes, peludas e deliciosas. Chupava cada uma, mordiscava e engolia, fazendo os gemidos do André se intensificarem. Ainda queria mais, então peguei sua mão direita, comecei a beijá-la e logo abocanhei um dos dedos, sugando e babando bastante como se fosse um pauzão. Tirei aquele dedo de minha boca e rapidamente levei aquela mão até minha bunda. André entendeu o que eu queria, pois mal alcançou meu rabinho, fez questão de enfiar fundo seu dedo molhado em meu cuzinho. Soltei um gemido, alto e tesudo. Foi o que bastava para acender de vez, o macho fodedor de viado dentro do André. Ele rápido se levantou da cama, posicionou-se atrás de mim, fazendo-me, ainda ajoelhado ao lado da cama, encostar meu peito e barriga sobre a cama. Logo senti ele montar sobre mim, suas mãos afastaram as bandas de minha bunda e a estocada veio certeira e profunda. Tive que morder o lençol e o colchão para poder abafar o grito. Mas o tesão foi a mil. Estava com aquele macho todinho dentro de mim. Meu tesão subiu mais ainda, pois o André deu uma estocada forte, mordeu minha nuca e declarou: “Puta que pariu, que cu é esse. É o rabinho mais gostoso que eu já comi.” Passei a rebolar como a puta no cio que eu era, enquanto ele bombava forte, tirando e colocando seu pau inteiro no meu rabinho. Mal sentia a cabecinha passar, já sentia as bolas encostarem na portinha. Ele fodia alucinadamente, rápido, forte e com tesão. Eu rebolava e gemia, mas pedia mais. Achei que não conseguiria segurar muito tempo, mas o André mostrou o macho fodedor que era e me comeu daquele jeito forte, bombando rápido ainda por uns dez minutos, quando ele cravou ainda mais forte todo seu pau em mim. Seu corpo tremia, seu pau pulsava, seus dentes cravaram em meu ombro, na tentativa de abafar seu urro de tesão da gozada que inundava meu cuzinho. Ficamos assim um bom tempo. Ele montado em mim, gemendo e se recuperando. Seu corpo todo colado em mim, fazendo-me sentir todos seus pelos sobre minha pele macia e pelada. O pau ainda muito duro insistia em pulsar dentro de mim. Suas mãos percorriam meu corpo entre afagos e leves arranhões. Finalmente ele puxou seu pau ainda muito duro de dentro de mim. Levantou-se para logo se atirar sobre a cama, ainda ofegante. Alcançou minha mão e puxou-me para cima da cama, junto a ele. Mal me deitei, ele se deitou sobre mim, forçando suas pernas entre as minhas. Eu entendi o recado. Abri as pernas, envolvendo seu quadril e cruzando-as a suas costas. Meu quadril automaticamente se empinou e minha bunda se arreganhou para o membro que instantaneamente alcançou e invadiu meu cuzinho novamente. Estávamos abraçados, nossos rostos quase colados um ao outro. Não resisti, colei nossas bocas, arriscando um beijo. A resposta foi um tapa de advertência, sem muita força, mas firme, que fez meu rosto arder levemente. Ele me encarou firmemente. Seus rosto tão próximo ao meu, permitiu ver seus olhos duros, mas tesudos: “Beijo é pra minha mulher. Puta só tem direito a pica, entendeu viado?!” Ainda nesta posição, com nossos rostos a centímetros um do outro, ele observava meu rosto e minhas caretas de tesão, quando ele começou os movimentos do quadril que me fodiam e me faziam delirar. Desta vez ele foi rápido, logo enchendo-me novamente com sua porra. Ele caiu sobre mim, gemendo e curtindo seu gozo. Seu pau pulsando dentro de mim novamente, foi demais para mim, que meu pau também começou a pulsar e esporrar, num frenético gozo pelo cu. Após uns instantes, ele se levantou reclamando. “Você me melou todo viado.” Saiu da cama, acendeu a luz. Pude ver rapidamente os pelos ruivos de sua barriga e peito melados com minha porra que esguichara farta entre nossos corpos. Ele entrou no banheiro, logo abrindo o chuveiro e tomando uma ducha rápida. Quando retornou foi direto. “Vai viado, sai da minha cama que quero dormir” Não podia desobedecer. Levantei-me rapidamente, abrindo espaço para o André ir para sua cama, ao mesmo tempo que rebolando fui me encaminhando ao banheiro, pois também precisava de uma ducha. Senti um tapa na bunda. “Agora eu viciei, vou querer essa bunda de viado sempre, ouviu?!” Tomei minha ducha e quando retornei, o André já dormia a sono solto em sua cama. Apaguei a luz e deitei-me dormindo feliz, como há bastante tempo não fazia.

DESCABAÇANDO O PRIMINHO PART 2

Acordei e estava pelado em minha cama ao lado do Ricardo que também estava nu. Aí caiu minha ficha. Realmente tinha acontecido, eu tinha comido meu primo. Fiquei meio desnorteado, não sabia se o acordava e conversava, se deixava ele acordar sozinho e via no que dava, se fingia que nada tinha acontecido. Tomei a decisão mais covarde. Levantei sorrateiro, vesti-me, peguei a moto e sai. Cheguei na casa de minha vó logo de manhãzinha com a desculpa de ajudar em algum preparativo para cerimônia da tarde. Era já quase meio dia quando minha mãe pediu para que eu fosse buscar o Ricardo para almoçar conosco. Novamente dei uma de covarde... Cheguei no portão e só buzinei, esperando que ele viesse até a moto. Assim num teríamos como conversar. Ele discreto, apenas trancou a casa (tinha deixado uma chave reserva com ele no dia anterior) e subiu na garupa em silêncio. Também em silêncio fui dirigindo. Meus pensamentos me incomodavam: Será que vão pensar que eu sou gay? Minhas atitudes me incomodavam: Nunca tinha sido cafajeste com nenhuma mina e logo com o meu primo estava tomando aquela postura. O pior é que meu pau me incomodava: Ele estava durão na bermuda e não tinha jeito de abaixar. Mais uma atitude inesperada. Quase chegando à casa de minha vó, entrei numa ruazinha de terra e logo depois entrei com moto e tudo em uma trilha entre as árvores. Parei a moto no meio da trilha. O Ricardo perguntou de pronto e percebi um nervosismo em sua voz: —O que aconteceu? Só respondi: —Nada... Tô de pau duro! Não sabia o que realmente queria. Nem mesmo se realmente queria alguma coisa. Apenas meu pau mandava em mim. Tanto é que, apesar da surpresa, vibrei com a atitude do Ricardo. Ele saltou da garupa, tirou o capacete, se pôs ao meu lado e agarrou minha mala. Estávamos meio desajeitados, mas o tesão tomou conta, quando percebi, estava ainda em cima da moto, com o Ricardo curvado a minha frente, engolindo meu cacete. Ele mamava meio sem jeito, mas era o melhor boquete que eu já recebera, pois era feito com tesão e eu estava pra lá de tesudo com aquilo. Agarrei seus cabelos com uma das mãos e comecei forçar sua cabeça contra meu pau, forçando minha rola até sua garganta. Com a outra mão alcancei sua bundinha e comecei apertar. Queria ele ainda mais submisso, então desatei a xingá-lo: - Vai viado... Chupa esse pau... Puta sem vergonha... Chupa sua cadela... Toma meu pau sua piranha... Baitola do caralho, engole tudo... Vai sua bicha arrombada... Viado... Ele me atendia sem reclamar e chupava cada vez com mais sofreguidão, até que não aguentei mais, segurei sua cabeça com as duas mãos e meti fundo em sua garganta, onde soltei o primeiro jato de porra. Continuei bombando meu caralho naquela boquinha, sem dó, até meu pau parar de pulsar e soltar gala. Quando soltei sua cabeça, ele se levantou desesperado, recuperando o fôlego. Sua boca toda melada de porra. Ele me surpreendeu mais uma vez. Mal recuperou a respiração, se curvou novamente e voltou a chupar minha pica, só soltando quando não havia mais nenhum resquício de meu leite. Sem falar nada, ele pôs novamente o capacete e montou na garupa. Arrumei minha bermuda e dei partida na moto, com ele agarrado em mim. Não me incomodava mais seu jeito fresco de me agarrar na cintura em cada movimento da moto. Eu até gostava. Era o sinal que eu era o macho e ele a puta. Chegamos a casa de minha vó, almoçamos e ajudamos nos últimos enfeites para a festa que aconteceria ali, mas não trocamos uma palavra, na verdade mal vi o Ricardo. Já era quase hora da cerimônia quando um outro primo meu me avisou que já tinha levado o Ricardo até em casa para ele se arrumar. Quando cheguei em casa o Ricardo não estava. Arrumei-me e chamei um táxi, pois sabia que beberia na festa, então não iria dirigindo. A festa foi animada. Muita comida. Muita bebida. Muitos amigos que há um tempo não via. Umas ficantes. Não deu outra, arrastei uma delas para um dos banheiros e papei ela ali mesmo. Uma delícia, mas mesmo assim meu pau continuou como passou o dia inteiro, duro e tesudo dentro da cueca. Já era umas duas da manhã quando tomei um táxi e fui para casa. Entrei e já fui tirando a roupa. Não chegava a estar bêbado, mas estava bem alegre. Não sei como o Ricardo voltou para casa, mas ele estava ali, deitado na cama, só de cueca. Percebi suas roupas jogadas pelo caminho, assim como as minhas foram ficando. Certamente ele também tinha bebido um pouco a mais e chegara morrendo de vontade de arrancar a roupa e ir para cama. Mas eu queria mais que isso. Tanto é que arranquei também a cueca e deitei de costas na cama, já com o pau apontando para cima. Não perdi tempo e acordei o Ricardo com um tapa ardido naquela bundinha sob a cueca. Ele meio confuso, se levantou rápido, mas cambaleando, sem saber ao certo o que acontecia. Mas tão logo me percebeu ali na cama com o pau em punho, deu um sorrisinho safado e foi tirando a cueca. Devagar, subiu em pé na cama, se posicionou, ficando de costas para mim, abriu as pernas, me deixando no meio delas e foi abaixando ficando de cócoras bem em cima de meu pau. Quando o cuzinho encostou bem na cabecinha de minha pica, segurei firme em sua cintura e puxei com força para baixo, sentindo meu pau entrar com tudo naquele buraquinho e ouvindo o gritinho sofrido do Ricardo. Quase gozei de tesão. Achei que o Ricardo fosse tentar escapar, mas ele apenas ficou ali gemendo e se contorcendo, obediente aos caprichos de seu macho. Aos poucos fui forçando seu corpo para cima e para baixo, fazendo-o quicar em meu pau. Logo ele fazia o movimento sozinho, dando uma senhora cavalgada em meu pau. Eu também ajudava, estocando meu quadril para cima, cada vez mais tesudo com o som de sua bunda estalando em meu corpo. O meu pau entrava forte e todinho naquela bundinha sedenta, nos levando ao delírio. Já havia gozado duas vezes naquele dia, então eu ia demorar a gozar e embora alucinado com aquela posição, percebi que o Ricardo já estava ficando exausto com o movimento forte. Agarrei sua bunda mais uma vez e com cuidado para meu pau não sair daquele cuzinho, fui tombando seu corpo e ajeitando-o na cama até que consegui deixá-lo de quatro, enquanto de joelhos metia forte naquele viadinho. O Ricardo gemia, às vezes com alguns gritinhos agudos e aquilo me deixava ainda mais tarado. Mudei mais uma vez de posição, agora estava literalmente montado naquela bundinha e socava ainda mais forte, ouvindo os gritos dele a cada estocada que eu dava sem dó, que até faziam o corpo dele todo tremer com o impacto. Eu tirava o pau inteirinho e afundava de novo até o talo, não queria nem saber se ele aguentaria, só queria era comer aquele cu. Estava faminto pelo cu do Ricardo. Eu suava e meu suor pingava no corpo dele. Agora era eu que já estava quase em exaustão, mas eu queria aquele cu, mesmo com as pernas bambas, continuava a socar ainda mais forte, até que joguei meu corpo sobre o dele, fazendo-o desabar na cama de bruços, com meu corpo coladinho ao dele, enquanto meu pau todinho dentro pulsava em um gozo frenético. Eu urrava e tremia, a voz nem saia. Puta que pariu, acho que cheguei a perder os sentidos com tanto tesão e prazer. Assim como Ricardo, não conseguia mexer um músculo, totalmente exausto. Ficamos bem uns dez minutos assim, imóveis, sentindo a respiração descompassada ir se normalizando. Meu pau foi murchando e aos poucos saiu naturalmente daquele cuzinho. Devagar fomos nos colocando de lado e adormecemos juntinhos de conchinha, depois da maior gozada de minha vida.