segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

NOVINHO DO PAU GOSTOSO..

O DIA EM QUE COMI MEU AMIGUINHO...

Oi pessoal, seguindo mesmo "estilo" do meu primeiro conto, esse aqui eu vou contar uma história que aconteceu um tempo atrás... Estava eu no portão de casa, quando o filho da vizinha vem falar comigo (nossas famílias se conhecem a anos, então é normal ele chegar assim). - Eai Nan - disse ele sorrindo e apertando minha mão. - Eai Daniel. Daniel é garoto muito bonito, porem, como tem uns problemas com crescimento ele parece ter 10 anos, embora tenha 14; ele é loirinho, de olho azul claro, e tem a boca bem vermelha (olhar pra ele é como olhar pra uma criança sexy kkkkk). - Nan, eu comprei um comprei um jogo novo do Xbox, Alien Isolation, é muito legal. - Já conheço, porem ainda não joguei. - Vamos lá em casa, dai jogamos um pouco. - Dani, sua mãe não vai reclamar se eu for lá? - Vai nada, ela foi fazer faxina hoje, e só chega de noite. - Ta certo. "Vambora". Chegando na casa do Dani já fui entrando e me jogando no sofá, enquanto ele colocava o jogo. Ele se sentou do meu lado, e ficamos jogando por uns 40 minutos, quando eu reclamei que o jogo estava chato, e pedi pra ele colocar Mortal Kombat. Ele foi e trocou de jogo. Depois de uns 10 minutos de jogo, percebi que eu jogava melhor que ele, e pensei em tirar proveito da situação... - Dani, você já fez aposta jogando jogos de luta? - Eu já, com meu primo, ele sempre perde, e eu faço ele pagar muitos micos - ele disse rindo. - Vamos apostar então? - Apostar oque Nan? - Vamos fazer assim, a cada partida, quem perder, tem que obedecer o outro, sem negar nada. - Ta certo. Vou jogar com o cara de gelo. - Fico com o Scorpions. Jogamos, e eu perdi a primeira rodada. O Dani já veio dizendo: - Seu primeiro mico é dançar no meio da sala. Eu achei ridículo, mas fiz. Na segunda rodada eu ganhei, e já fui começando a colocar minha ideia em pratica... - Dani, minha primeira ordem é que você fique só de cueca. - Ah não Rennan, eu tenho vergonha. - Se você ganhar a próxima eu tiro também. Jogamos, e deixei ele ganhar kkk - Pronto Daniel, satisfeito? - eu disse ficando de cueca, e sentando do lado dele. Como eu já estava meio excitado meu pau ficou marcado na cueca. - Rennan, que pau grande hein - ele disse rindo e me "empurrando" com o ombro. Encostei bem no sofa, e deixei a perna bem aberta, pra que minha perna tocasse a dele. E disse: - Vamos continuar o jogo Dan. - Vamos. Eu ganhei. - Você não disse que meu pau é grande? Sua próxima ordem é que tire ele de cueca, e o seu também. Ele foi chegando, e quando foi pegar, disse: - Você não vai falar isso pra ninguém né? - Não né Daniel, é nosso segredo. Ele então pegou, mas antes que eu dissesse algo, ele puxou a pele pra baixo, revelando a cabeça do meu pau bem rosada. Eu fui na maior cara de pau e tirei o dele da cueca dele. Tinha uns 15 cm, mas era grandinho até, comparado com o físico de Daniel. - Posso bater uma pra você, Nan? - Claro, eu também posso, Dan? - Não precisa nem pedir.. Lado a lado no sofá começamos a nos punhetar. Eu olhando nos olhos dele, e ele nos meus. Aquele rostinho infantil, o sorriso tímido, era excitante demais. - Dani, me chupa. - Eu não sei fazer isso Rennan. - É assim - Segurei o pau dele, puxei bem a pele pra baixo, e abocanhei, subi e desci, fazendo meus lábios punhetarem ele - Viu Dan, é fácil, abre bem a boca, e toca no meu pau só com seus lábios, sem usar os dentes. Ele se ajoelhou na minha frente, e eu ainda sentado no sofá, e começou a me chupar, as vezes o dente dava uma roçadinha no meu pau, oque fazia um pouco de cocegas. - Dan, coloca minhas bolas na sua boca, mas não aperta muito. Ele obedeceu, parecia muito experiente, ele passava a lingua nas minhas bolas como se estivesse Lustrando elas. Eu comecei a fazer carinho no cabelo dele, enquando ele olhava pra cima, bem nos meus olhos. -Dani, tira as nossas cueca, e senta na minha perna. Ele puxou minha cueca, e tirou a dele. Quando ele sentou no meu colo, de frente pra mim, nossos paus ficaram grudados, a bunda dele a poucos centímetros das minha bolas. Peguei o pau dele e o meu na minha mão, e comecei a nos masturbar, ele mordia os lábios de prazer. - Quando estiver quase gozando me avisa. - Ta certo Nan. Me aproximei do rosto dele, e o beijei. Um beijo calmo e doce, enquanto eu masturbava a gente. - Nan, to quase gozando... - Deixa eu te fuder? - Eu sou virgem, tenho medo de doer. - Vou ser cuidadoso, prometo. Se doer, eu paro. - Pode ser. - Goza na cabeça do meu pau. Masturbei ele mais rápido, senti aquele pau médio e fino pulsando na minha mão, e aquela porra espirrando na minha pica. Espalhei a porra pelo meu membro todo. Segurei as pernas do Daniel, e ergui ele, deixando seu cuzinho na reta do meu pau. - Desce devagar, e continua me beijando. Nosso beijo estava mais quente agora, posicionei a cabeça na entradinha dele, e forcei o corpo dele um pouco pra baixo, e meu quadril pra cima. Ele gemeu de dor, e mordeu meu beiço. Eu quase gritei com ele. Mas aquilo me excitou mais ainda. Fiz ele sentar. Quando meu pau estava todo dentro dele, pedi que ele subisse a bunda só um pouco, e depois descesse de leve. Ele obedecia direitinho, calmamente fui fodendo ele. Sentindo as preguinhas, não mais virgens, apertando meu pau, sentindo as bolas dele batendo em mim. Peguei a bunda dele, apertei, apertei mesmo. Deis uns dois tapas, e aumentei a velocidade da foda. Comecei a dar chupoes pelo tórax dele, mordendo de leve os mamilo, enquanto ele cavalgava em mim. - Nan, to quase gozando de novo! - Eu to quase também amor - silenciei ele com um beijo novamente. Ele parecia um louco pulando em meu colo, meu pau sentia cada estocada de uma maneira deliciosa, eu acariciava aquele corpinho em cima de mim. Puxava de leve os cabelos dele. E ele aumentava a velocidade. - Dani vou goza! Segurei o quadril dele, e forcei contra o meu. Senti minha porra invadindo ele, e vazando; enquanto do pau dele caiam mais algumas gotas de porra quentinha. - Deixa eu te limpar Dani. Deita a barriga no sofá, e fica com o bumbum empinado. Fui atrás dele, passei a lingua naquele buraquinho recém fodido, senti o gosto da minha porra, mete um pouco minha lingua nele. E levantei. - Coloca a roupa Dani. Vou me vestir também. - Nan, a gente pode repetir isso? - Claro amiguinho, sempre que você quiser, é só chamar. Colocamos roupa, disse pra ele desligar o video game que ainda estava ligado. E chamei ele pra ficar no portão de casa comigo, até a mãe dele chegar. Mas uma aventura minha pessoal, embora o Dani seja um pouquinho maior que descrevi, eu o vejo como um adolescente bobo kkkkk é isso... Até a próxima

O MEU SOGRO..

Oi gente, sou novo aqui e esse é meu primeiro conto! Me chamo Kevin, 17 anos, moreno, físico liso, corpo normal, gay, assumido, sou de Fortaleza, acho que isso é o bastante sobre mim! Namoro Régis, 19 anos, pele parda, alto, magro, corpo liso, cabelo bem arrumado, nao é bem aqueles colirios da capricho, mas é bem pegável! Ele mora com o pai, assumido também! Me dou mundo bem com seu pai, sr Reginaldo, um coroa de 50 anos, viuvo, não vou ser clichê e dizer que o velho é aqueles coroas enxutos por que não é tanto, alto, pardo, tem uma barriga de cachaça, super simpatico, não se incomodou em ter um filho gay, pois ele tinha mais 3 depois de Régis! Ja falei de nós três um pouco, agora vamos ao fato, a parte em que todos os leitores se excitam! Um dia estava esperando Régis para irmos ao shopping, ele demorou muito e recebo uma ligação dele: - Amor, vou direto da faculdade pro shopping, papai vai te pegar ai de carro! - Eu moro um pouco longe dele e a ffaculdade ficava mais perto do shopping! Fiquei esperando seu Reginaldo. Ouvi a busina e sai! - Oi seu Reginaldo, td bom? - Falei entrando no carro! - Oi Kevin, tudo sim e por ai? - Respondi que sim! Estava um engarrafamento enorme na avenida que ia ao shopping! Tava calor, pois era umas 14:00 horas! Tava tudo silencioso dentro do carro. - Vi voce e meu filho transando ontem no meu quarto! - Ele quebra o silêncio! Fiquei pasmo, e ele continuou - E gostei muito da sena que vi que não me esqueço até agora! - Que isso seu Re-reginaldo! - Falei envergonhado! - Filhinho deve fazer um estrago ai né? Kevin, to em uma situaçao precária, e qualquer coisa pode tirar meu tesão - Falou e me beijou! Não sai, ao ver aquela lingua dentro da minha boca me fez nao resistir! - O Régis, oh oh - Falei preocupado com Régis e já com tesão! - Não se preocupe, digo a ele que ocorreu problemas com o carro! Conseguimos sair do engarrafamento e fomos para uma rua em um parque florestal que tem aqui, nenhum movimento, só mato! E paramos, ele não perdeu tempo e tirou logo seu cacete pra fora da calça, 18 cm, menor que o meu pouca coisa, e foi pro banco de trás, me chamando! Mandeu eu chupar seu pau, no que eu fiz rapidamente! - Até que pra um coroa esse pau ta servindo! - Você nao viu nada, agora cala a boca e chupa essa porra, puta, viadinho, chupa, oooh, aaah, vaaai caralho, ussssh chupa! Passei cinco minutos saboreando aquela pica! Ele me ffez com que ficasse de 4 , que foi dificil mas o carro era expançoso! Ficou acariciando e dando palmadinhas leves na minha bunda, de repente o coroa taca a lingua bem na entrada do meu cu, que delicia, nunca ninguém chupou meu cu! Fui nas nuves! - Uuui, aah, lambe seu velho, cospe, deixa bem molhadinho que eu ainda quero ser enrabado - A cada 3 lambidas ele tacava uma dedada, que dedo grosso! - AAAI PORRA, vaai, lambe, chupa, uui! Ele para o que esta fazendo e se encolhe no carro de uma maneira que ele fique em pe mas com as costas corcunda, fazendo com que sua cabecinha ficasse bem na entrada do meu rabo! O pau dele era maior que a de seu filho e mais grosso! Começou a forçar a entrada, ja senti as dores, mas fui forte! Mandei ele de devagar e eele obedeceu! Pronto, ja entrou, demorei um pouco pra me acostumar e ele foi fazendo um vai e vem devagar! Quando estava de saco cheio: - Mete mais forte seu velho safado, puto, ai ai, vai, cachorroo uh aah uuui! - TOMA, TOMA, TOMA VIADO, AGUENTA ESSA, AAAAAH! Depois de 10 minutos ele anunciou o gozo! - Vou gozaaaaaaaar, aaai, uui - Senti tudo, foi muito, realmente o veljo estava parado a muito tenpo mesmo! Depois disso nunca mais fiz isso, pois deixei bem claro a elele que era so pra tirar o atraso dele, espero que twnham gostado, qualquer criticar boa, pra mim aprimorar meu conto è bem vindo! obg!

ELE DISSE QUE ELA NAO QUERIA...MAS EU QUIS

Eu sou um cara que não gosto muito de ficar saindo pra rua e tal... Mas gosto de ir na casa de amigos. Eu sempre ia na casa da minha prima, ela sabe que sou gay, e o namorado dela também. Com o passar dos dias fui me tornando amigo dele; ele é um garoto bem bonito, cabelo castanho claro, olho verde, pele bem branca, e ele é magro. E conversa vai, conversa vem, quando eu estava indo embora da casa da minha prima, meio tarde da noite, ele se convidou pra ir até a pracinha, perto da minha casa, comigo. No caminho, ele começou a falar que minha prima não queria fazer sexo com ele, e desde os dois anos que eles estão juntos nada rolou; ele me contou que uma vez ele traiu ela pra comer uma garota e tal. Eu pensei com meus parafusos "ele ta precisando usar um pouco do fogo que ta no meio das pernas dele". - Rodrigo, já que você ta "precisando" - fiz aspas com os dedos - tanto, porque não deixa eu te fazer um boquete? - Ah cara, eu namoro a Rafaela, isso não ia ficar estranho? - Vamos fazer assim, eu te chupo, depois esquecemos isso? - Pode ser. Mas onde? E quando? - Hoje. Ainda é 23:00, só a gente arrumar um lugar onde seja meio vazio. - Vamos lá perto de casa, tem um lugar com bastante mato, é uma casa abandonada. - Eu não vou pro meio do mato Rodrigo, não to desesperado por pinto ainda. - Mas eu to desesperado pra ser chupado... Vamos Rennan? - Ta certo. Vamos logo. Fomos até o lugar. A grama realmente era alta, mas quase não tinha parede. Se alguém passasse muito perto ia poder nos ver... - Posso? - Perguntei apontando pra baixo. - Faz o seu melhor. Ajoelhei na frente dele, abri a bermuda, que fez aquele som de "creec", desci ela até o pé. E fiquei encarando o pau dele na cueca. Coloquei a mão e fiquei massageando. O pêlos que subiam até a barriga dele, eram claros, e bem lisos. Passei a mão na barriga dele, fiz bastante carinho. Quando o pau dele estava bem duro, eu abaixei a cueca dele. O pau dele era maravilhoso. Tinha uns 19 cm, a pele era bem apertadinha, oque deixa a cabeça do pau vermelha, quando puxei a pelinha pra trás aquela cabeça se mostrou grande, mas de un tamanho perfeito. Coloquei a ponta do pau dele na minha lingua, e ele gemeu. - Rennan, que lingua quente! - Gostou? - perguntei passando minha lingua pelo pau dele. - Aiiiii cara que tesão! - ele pegou minha cabeça, e forçou no pau dele, eu afastei e disse: - Calma Digo, deixa que eu faço - eu disse bem calmamente, descanso minha lingua até as bolas dele. Chupei, lambi muito as bolas dele, e comecei a morder a coxa dele enquanto eu o punhetava. Subi um pouco, e comecei a lamber os pelinhos da barriga, fui subindo, e tirei a camisa dele, jogando ela no chão. Mordi os bracos dele, os mamilos, passei a lingua pela axcila dele, ele se arrepiou, subi lembendo até o pescoço, e quando cheguei na boca, ele não deixou minha lingua entrar, e sugurou no meu quadril, como se fosse me empurrar. - Rodrigo eu sei que está gostando - eu disse aumentando a punheta pra ele - ou quer que eu pare? - Nã... - coloquei minha lingua na boca dele. Ele me puxou pra perto, seu pau exposto encostou no meu guardado. Com as duas mãos na frente do corpo, abri minha bermuda, e desci ela. Segurei nossos paus juntos, e comecei a masturbar a gente. Nossos gemidos se misturavam com nossos beijos. Ele pausou o beijo e tirou minha camisa. A noite já estava bem escura, e não havia ninguém perto daquele lugar. Prensei ele contra uma parede, o vento frio fazia contraste com nossos corpos ardentes. Rodrigo apertava minha bunda e meu quadril enquanto me beijava, e nossa punheta aumenta e diminuía com a aproximação de nossos corpos. - Rennan. Deixa eu te comer? - Ah cara, não sei... - Se você deixar - ele girou nossos corpos, me prensando na parede - eu te retribuo. - Já que começamos, não vamos mais parar. "Empurrei" ele de leve, caímos na grama, ele de costas pro chão, e eu em cima dele. - Me lubrifica. Fiz um 69 com ele, eu chupando o pau dele, e ele passando a lingua no meu cuzinho. O safado passou a lingua nas minhas bolas, e ficou subindo e descendo com a lingua, do saco ao buraquinho que logo seria dele. Depois de um tempo assim, me virei, posicionei o pau dele na direção certa, e fui sentando. Por mais que não fosse grosso, doeu um pouco. Eu fitava seu rosto enquanto sentava, aquele garoto era tao branco, e com pouca luz que vinha dos postes, dava a impressão que ele era a própria lua. Enquando eu cavalgava de leve, eu disse: - Rodrigo, eu já pensei muito em você nas minhas punhetas - eu falei enquanto sentava "com tudo" nele - Rennan, se eu soubesse que você era tão gostoso, eu já tinha te pegado antes - ele disse segurando meu pau que estava duraço, com a cabeça em cima do seu umbigo, e começou a me punhetar. - Caralho Rodrigo, que pau delicioso! Eu disse quicando mais rápido nele. Me debucei um pouco sobre ele, comecei a massagear seus mamilos e sua cintura. Levantei um pouco meu corpo, tirando meu cu do pau dele, e fui subindo de 4, como um gato, até meu pau parar na frente da boca dele. - Digo, deixa a boca bem aberta, e só usa os lábios. Meu pau entrou na boca dele. E comecei a foder aquele rostinho lindo. Minha bolas batiam em seu queixo, ele as vezes empurrava meu quadril, pegava ar, e me puxava pra foder a sua boca de novo. - Rodrigo, to quase gozando, quer mamar? Ou prefere parar? Ele afastou meu pau do seu rosto e disse: - Goza na minha boca, porque eu vou gozar no teu cu. Falando isso, pegou meu pau e voltou a chupar. Eu metia cada vez mais. Até que gozei, não sei como ele não engasgou, eu gozei muito. Voltei pra trás, engatinhando em cima dele, parei com meu rosto na frente do dele, e o beijei. Senti o fraco gosto salgado da minha porra, foi um beijo delicioso. Desci mais pra baixo, e sentei no pau dele. Cavalguei legal, sentei muito mesmo. Quando ele estava pra gozar, ele disse: - Se prepara! Arrrrgh! - ele soltou um grito meio abafado, e puxou meu quadril pra baixo. Senti o calor da porra dele me invadindo. E me deixei cair sobre ele. - Rodrigo, isso foi demais - falei acariciando o cabelo dele, nossos rostos colados de suor e prazer. - Você é demais Rennan. Isso precisa acontecer mais vezes. Você é ótimo. Olhei pro rosto dele, ele sorriu, fiz carinho na bochecha dele, e o beijei. - Isso vai acontecer mais vezes. Nos vestimos, ele me levou até a esquina de casa, já era quase 1 hora da manhã. Apertei a mão dele, e ele disse: - Rennan, ninguém nunca deve saber disso, ta? - Só se você prometer que vai ter mais um dia desses? - Prometo. - ele disse rindo, e se aproximando, como se fosse me beijar. Empurrei ele de leve. - Digo, aqui na rua não. - Ta certo. Até qualquer dia. Entrei em casa, vim pro meu quarto, e fiquei pensando em quão boa minha noite havia sido.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

JOGADOR FRANÇA DO PALMEIRAS CAIU NA NET...

COMO FIQUE COM ELE,MESMO ELE SENDO HETERO...

Eai pessoal... Sem muita enrolação, não vou me descrever para que cada um de vocês sinta o prazer de ser o personagem. A uma semana atrás eu estava na casa da minha avó, onde mora minha tia e seu marido, o nome dele é Rafael, e ele tem 22 anos. Rafael é um cara brincalhão, simpático, e gosta de beber uma cervejinha (o que o deixa meio "alterado")... Naquele dia em que eu estava lá, Rafael bebeu um pouco mais do que o normal, e ficou dentro de casa atormentando (de uma maneira boa), porem minha tia se irritou, e saiu com minha vó pra ir na casa de uma tia que morava no bairro vizinho. Eu e Rafael ficamos sozinhos, e depois das brincadeiras " normais" dele, ele disse que ia tomar banho. Eu bem inocente como sou, fiquei na minha, só esperando ele tomar banho pra depois eu tentar tomar alguma atitude... Quando ele saiu do banho com uma toalha na cintura (imagina um cara com cabelo preto curtinho, um sorriso lindo, a pele morena clara, e um grande volume na cueca, na frente e atrás kkk), veio perto de mim, e tentou tomar o controle da TV para mudar de canal, e ficamos meio que "lutando", eu aproveitei a deixa e fui passando a mão na barriga dele, apertando o braço dele, e o chamando de fortinho, e ele só na risada. Então ele na maior cara de pau disse: - Vou colocar uma roupa antes que você me estupre, seu sem vergonha (e saiu rindo). Eu já tava com o pau duraço, entrei no banheiro, e bati uma. Nesse dia ficamos só nessa brincadeira, pois 40 minutos depois minha tia e vó chegaram. Daquela semana pra cá eu tenho exagerado nas brincadeiras com ele, passadas de mão na bunda, indiretas... Hoje fui pra casa da minha vó bem cedo, e como eu sabia que de tarde minha tia e minha vó iam sair, eu meio que "planejei" tudo: 3 horas ele chega do trampo, e elas iam sair às 3:30, e demorariam para voltar. Eu iria tirar a prova do oito ou oitenta. Logo após elas saírem, Rafael foi pro quarto deitar pra descansar, e eu fui atrás, logo que ele deitou na cama, eu me joguei do lado. Ele brincando disse: - Vai querer dormir comigo agora? - Nem fudendo kkk, você baba quando dorme. - Então você fica me olhando dormir Nanzinho? - Só que nunca Rafael! Kkkk - Vem aqui dormir com Títio, vou te fazer dormir rapidinho - ele disse me puxando e fazendo cócegas (coisa que odeio, pois tenho muita cócega). - Para Rafael, eu nai gosto de cócegas - eu disse rindo, e com raiva. - E se eu não parar, vai fazer oque? (Ele ficou por cima de mim, um joelho de cada lado do meu corpo, aumentando as cócegas ...) - Eu vou fazer isso! (Peguei as bolas dele e apertei). Ele "se jogou" (deixou o corpo cair em cima de mim), e disse: - Puta que pariu Rennan! Que dor cara. - Desculpa rafa, você estava irritando já. - Você machucou minha bolas (disse ele fazendo beiço). - Vem aqui tio, eu faço elas melhorarem. Ele me olhou meio espantado, e peguntou: - Como? Eu fui subindo por cima dele, abaixando a bermuda (ele já estava sem camisa), tirei a bermuda dele, e disse: - Espera ai - levantei saí correndo pro quintal, tranquei a porta da casa com trinco (quem chegasse ia ter que chamar), voltei correndo, ele estava só com a cueca branca, ainda estagnado. Eu disse: - Aonde que ta doendo tio? - Onde você apertou, né. - Vou fazer ficar melhor rapidinho. Abaixei a cueca dele com tudo, e pela primeira vez vi aquele pau lindo na minha frente, uns 18 cm, grossinho, com a pelinha apertando aquela cabeçona vermelha. Peguei o pau dele, ergui um pouco, e comecei a lamber as bolas dele, coloquei as duas na boca, o calor da minha boca aqueceu ela, e deixou o saco dele macio. - Ta melhor Títio? - Continua, que da pra ficar melhor ainda. Comecei a masturbar ele, e colocar uma bola de cada vez na minha boca. Subi minha lingua, acariciando o pau dele, deixando bem melecado com minha saliva, coloquei aquela cabeça linda dentro da boca e brinquei com a lingua. Ele começou a meter aquele pau delicioso na minha garganta, segurando meu cabelo, e gemendo baixinho. Eu fiz força e tirei o pau dele, olhei pra cima e sorria. - Agora ta melhor, né? - Está ótimo. Fui subindo, passando a lingua pela barriga dele, pelos mamilos, beijando o tórax, e dando mordidinhas leve pelos bracos, alcancei a boca dele, e o beijei. Um beijo demorado, e molhado. - Que sabor gostoso tem meu pau kkk - Eu que o diga. Você acabou de sair do banho, por isso está tao gostoso kkkk - Ele sempre está gostoso Nanzinho. Ele dizendo isso eu fui descendo, até abocanhar aquele pau de novo. Parei, olhei pra ele e disse: - Fica de quatro, vou fazer algo que você vai gostar. Sem reclamar ele ficou, deixando aquele mastro lindo e dura balançando, sua bunda grande e redonda virada ora mim, e as bolas penduradas de uma maneira excitante demais. Abri as bandas da bunda dele, e vi aquele cuzinho rosado piscando pra mim. Sem exitar cai de língua, uma língua da violenta mesmo, comecei a masturba-lo enquando o penetrava com minha lingua, minha saliva escorria até suas bolas, eu descia com a lingua, e trazia de volta a saliva àquele Buraquinho rosado. Parei de dar línguadas nele, e ele disse: - Parou porque? Tava tão bom! (Com a voz ofegante) - Calma Títio, tem mais. Fui pra baixo dele, e ele voltou a meter na minha boca. Num impulso meti o dedo no cuzinho virgem dele. Ele gemeu e deu uma grande estocada na minha boca, e voltou a fode-lá. Eu coloquei outro dedo nele, e depois mais um. Quando vi que o buraquinho já estava acostumado aos dedos, parei de chupar aquela pica deliciosa, e me posicionei atrás dele. - Tio, posso? - Me fode logo, Nan. E foi oque fiz, fui colocando a cabecinha, que estava vermelhaça de tanto tesão. Depois que coloquei tudo, dei uma leve estocada, depois outra, outra, outra, e comecei a fode-lo. Segurei aquela cintura gostosa e carnuda de macho, apertei demais aquela bunda, e meti mais forte. Uns 20 minutos depois gozei. Gozei muito mesmo. - Estou sentindo você em mim, que delicia! - Rafa, calma que tem mais kkk (falei rindo e ofegante demais). Fiz ele deitar com as pernas cruzadas, estilo indiozinho. O pau brilhante dele aponta pra cima. Me posicionei, segurei nos ombros largos dele... E desci. A dor foi explosiva. Mas aguentei. Uma lagrima escorreu do meu rosto, ele passou a mão na minha bochecha, e sorriu. Comecei um sobe e desce devagar. E ele ajudou fodendo tambem. Ficamos nessa fodeção por uns 15 minutos. Ele gozou, e senti o calor da porra dele invadindo minha alma. Ele sorriu. Me deitei sobre ele, com ele ainda em mim. E o beijei novamente. - Se eu soubesse que te fazer cócegas me levaria até aqui, eu teria feito muito mais outras vezes. - Esse será nosso código. Sempre que me quiser, me faça cócegas. - Pode ter certeza que farei. Eu coloquei minhas roupas, fui pra sala, já erá 18:30. Logo depois vim pra casa. Isso vai se repetir. Não sei quando. Mas vai.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

DEI PARA O MEU TREINADOR DE FUTEBOL...

Olá a todos... Vou contar como fui enrabado pela primeira vez... Sou branco, cabelos e olhos castanhos, 1,75m, 75 Kg, e não afeminado... Treinava em um time de futebol aqui da minha cidade. O treinador (vou chamar de Carlos), era um mulato de 1,80m, corpo atlético, definido, e com uns 35 anos. Eu sempre reparei que ele ficava olhando pra minha bunda... E,um dia, ele me convidou para ir na casa dele, fazer uns 'treinos físicos'. Fui... Chegando lá, bati na porta, e ele gritou lá de dentro para que eu entrasse... Ele estava tomando banho, e gritou para que eu fosse me exercitando... Foi o que eu fiz... Até aí, td normal... Até que ele sai do banho só com a toalha enrolada na cintura... Eu estava de costas, e, quando virei, vi que ele alisava seu pau por cima da toalha, e formava um volume ótimo lá... Carlos sentou na cama, e mandou que eu ficasse na frente dele, de pé, para que ele me fizesse uma massagem nas coxas... Enquanto ele massageava, aproveitava para subir a mão e passar na minha bunda... Meu pau começou a ficar duro... Ele percebeu e perguntou: "Parece que está gostando..." E eu respondi que queria mais... Ele tirou meu calção, me virou de costas, e começou a beijar minha bunda, enquanto me punhetava... Empinei meu bumbum na cara dele, e Carlos começou a chupar meu cuzinho... Comecei a gemer e rebolar na lingua dele... Ele levantou, sua toalha caiu, e seu pau apareceu, duro e grande... 20 cm, reto, apontando para a frente... Uma delicia... Ajoelhei e chupei gostoso... Começava pela cabeçinha... Descia beijando, e engolia td... Chupava as bolas enquanto punhetava, e voltava chupar. Ele quase gozou, mas segurou. Me deitou na cama, com a bunda pra cima. Colocou uma almofada embaixo do meu quadril, mandou que eu empinasse bem a bundinha pra ele. Passou um creme no seu pau, e colocou a cabeça na portinha do meu cú. Eu rebolava, gemia, queria ser enrabado logo. Ele começou a forçar a entrada, e comecei a sentir muita dor. Quando começava a doer, ele parava, e deixava o pau ali, parado, pro meu cuzinho se acostumar com ele. Quando eu dizia que não tava doendo, ele enfiava mais um pouco. E assim foi, até que percebi que o pau dele estava todinho dentro de mim. Falei que queria ver, e Carlos pegou um pequeno espelho, e me mostrou. Alí estava, uma pica morena todinha dentro do meu cú!! Adorei ver aquilo, e comecei a rebolar, dizendo "agora, me fode, vai!!". Ele começou a me fuder forte. Era uma delícia sentir aquela pica entrando e saindo em mim!!! Ele me xingava de viadinho, minha putinha, delicia, e me fodia gostoso, batendo na minha bunda, agarrando na minha cintura, e me fodendo como um macho deve foder!! Ai, ele deitou, viramos, e ficamos de lado... Coloquei minha perna sobre a dele, e ele me beijava no pescoço, no ombro, enquanto me fodia e me punhetava!!! Me sentia uma putinha, com aquele homem forte e gostoso me fodendo!! Ele adorava quando eu começava a rebolar na pica dele!! Ele deixava só a cabeçinha.... Gemia de tesão, e enterrava td de uma vez!!! Nos levantamos, fiquei de pé, com as mãos na parede, e com a bunda empinada, oferecendo meu cuzinho pra ele. Carlos veio, e me fudeu como um animal. Percebi que ele ia gozar,e começei a me punhetar também. Gozamos juntos, eu no chão, e ele encheu meu cuzinho de porra!!! Depois disso, continuamos a foder por muito tempo, até que ele se mudou da cidade.

IRMAO TAMBEM É PRA ESSAS COISAS

Meu nome é Roberto, tenho 26 anos, 1,86m de altura, sou moreno claro, olhos esverdeados, cabelos castanhos, corpo bem definido, mas sem exageros. Há cerca de um ano atrás, aconteceu uma coisa que me fez olhar a vida com outros olhos. Naquela época morava ainda na casa de meus pais. Alias, não só eu como meu irmão e minha irmã. Como toda boa família, hora nós dávamos bem, horas não podíamos nos ver, senão brigávamos. Mas sempre que algum de nós tinha algum problema, simplesmente deixávamos nossas diferenças de ledo e procurávamos nos ajudar. Foi por isso, que quando percebi que de uma hora para outra meu irmão, Renato, pareceu estar preocupado com alguma coisa, eu procurei-o para saber o que estava acontecendo. Renato é meu irmão mais velho. Somos bem parecidos fisionomicamente, embora ele seja um pouco mais robusto que eu. Aos meus primeiros questionamentos, ele negou, falando-me que não havia nada de errado. Insisti mais algumas vezes, mas ele continuava na negativa. Depois de algum tempo, num domingo à tarde, ele me chamou até seu quarto. Sabia que havia chegado a hora de saber o que estava acontecendo, mas antes de ir ao assunto, ele começou a dar inúmeras voltas até que, não agüentando mais, perguntei: - Diga logo Renato, o que esta acontecendo? Ele parou, olhou para cima, respirando fundo e disse: - Estou com sérios problemas no serviço! Meu emprego está por um fio! Na mesma hora perguntei: - O que você fez? Ele deu um sorriso meio sem graça e respondeu: - Esse é o problema! Não fiz nada! Naquela hora fiquei quieto, pois para mim não fazia sentido. Foi então que continuou: - O novo gerente transferido para minha filial, literalmente está dando em cima de mim! No começo me fiz de desentendido, mas teve um dia que não teve jeito e acabei dando um corte nele, e foi daí para diante que minha vida virou um inferno. Tenho a sensação que vou ser mandado a qualquer momento. Confesso que na hora fiquei chocado com o que ele havia revelado, mas finalmente entendi qual a preocupação dele, principalmente, pois além de ganhar muito bem em seu emprego, estava com o casamento marcado. Mesmo assim continuei sem ação, pois não sabia o que falar. Ficamos em silêncio por mais um instante, até que ele me perguntou: - O que você acha que devo fazer, pedir as contas ou trepar com ele? Fiquei pasmo com que o ouvi dizer. Eu nunca podia esperar que aquilo pudesse sar um dia da sua boca, e acho que por isso, perguntei de pronto: - Você teria coragem? - Não sei! Ele respondeu. Uma coisa é fazer algumas brincadeiras quando criança, outra e fazer isso depois de adulto, não se qual seria minha reação. Você sabe não é? A cada palavra de meu irmão, fazia com que me espantasse mais. Ele tinha me deixado bem claro que já havia feito algo similar quando era criança, e eu nunca podia esperar ouvir isso dele, e para completar, pelo tom que falou, dava entender que havia feito também, e foi justamente isso, que me fez acenar a cabeça dizendo que não. Na mesma hora ele deu um meio sorriso e disse: - Está falando sério? Nunca fez nada? - Não! Afirmei. - Nem uma punhetinha coletiva? Ele indagou. Parei, pensei e respondi: - Isso sim! Mas não toquei em ninguém, e também não deixei que ninguém tocasse em mim! Mas, voltando o assunto, você teria coragem? - Estou falando sério! Não sei! Ele respondeu. Não sei qual seria a sensação de ter uma mão grossa segurando em meu pau, ou até mesmo eu segurando em outro cassete. Quem dirá o resto? No momento que ouvia ele falar, imaginei como seria, e não sei bem por que, ao contrário que pensei não me causou asco. E até despertou uma sensação que não consegui identificar a princípio. Não sei se foi isso, mas então perguntei: - E como foram das outras vezes, foram boas? Gostou? Percebi que ele ficou meio sem graça, mas ele acabou me contando: - Foram sim! Adorava quando a molecada me pedia para chupar meu pau. Acho que faziam isso pôs me destacava dos demais, se é que me entende. Tanto entendi que me senti constrangido pois ao tentar imaginar acabei olhando em direção do pau dele, e ele percebeu e sorriu. Aquilo me despertou uma curiosidade que até então não sabia que existia, e acabei perguntando: - Depois que você cresceu, nunca mais rolou nada? Na mesma hora vi seu rosto ruborizar. Como isso o denunciou, ele começou a contar: - Já faz tempo, mas teve uma fez que somente eu e um cara, que nem sei o nome, estávamos tomando uma sauna no clube. Enquanto havia mais gente, estava tudo bem, mas quando ficamos só nós dois, ele desenrolou-se da toalha, ficando completamente nu. Até ai tudo bem, se não fosse a geba que o cara tinha. Acho que de tanto fitar com os olhos aquele caralho, o cara percebeu, e acabou ficando excitado. Na mesma hora meu pau ficou igual a uma pedra. A principio fiquei sem graça, mas até que o cara levantou-se e sentou a meu lado, e sem falar nada, simplesmente pegou a minha mão e levou até seu caralho, na mesma hora que ele levou a sua outra mão até o meu. Ficamos um tempão sem falar nada acariciando o pau do outro, até que ele começou a aumentar a velocidade dos movimentos, no que eu também o copiei e gozamos ali mesmo. Saímos dali, tomamos banho e fomos embora. Nunca mais nos encontramos. Enquanto ouvia, imaginava toda a cena, muito antes dele acabar, estava completamente excitado. Aliás, não só eu, meu irmão também. Mesmo não querendo olhar, volta e meia me deparava com o volume sob seu moletom. E isso me confundia mais ainda, pois em determinados momentos, eu queria vê-lo realmente. Em meio toda essa confusão em minha mente, demorei a entender uma pergunta de meu irmão, que ele acabou me fazendo duas vezes. - E você? Seja sincero, nunca teve vontade de experimentar? Era isso que estava difícil que eu aceitasse, pois até então, nunca tinha tido vontade, mas ali tudo parecia diferente e então acabei falando: - Sinceramente, não, mas do jeito que falou hoje, não sei... - Pelo volume do seu pau percebi que ficou com tesão! Foi nessa hora que me dei conta que não era só eu quem tinha olhado em direção do pau do outro. Ele também. E acho que só deu conta disso depois que havia falado, pois ruborizou novamente. Ficamos ali parados por um tempo, sem nos falar nada, mas sem abaixar a excitação, até que ele quebrou o silêncio. - Você pode me chamar de louco, doente, mas mesmo sabendo que você é meu irmão, estou com vontade de ver seu caralho. E pior ainda, acho que você está com vontade de ver o meu. Mesmo concordando com ele, eu disse: - Isso é loucura! Mas sei que não fui convincente, pois nessa mesma hora, ele tirou a camisa, deixando a mostra seu peito peludo e em seguida, tirou o moletom que usava ficando só de cueca. Pude então ver nitidamente o contorno de seu caralho, que era maior ainda do que pensava. Então parou e ficou me olhando, para ver qual seria minha reação. Por mais que não quisesse, quando me dei por mim, já estava tirando a camisa. Nessa hora Renato levantou-se e trancou a porta do quarto a chaves e voltou a sentar na cama. Tirei minha calça, e ainda de cueca sentei-me ai seu lado. Conforme fiz isso, encostei minha perna na dele e me arrepiei inteiro. Quase que instantaneamente, ele levou um braço sobre meu ombro e a outra mão no meu peito e começou a acariciar meus pelos. Naquela hora subiu-me um calor indescritível, com que me fez retribuir igualmente seu gesto, de tal forma que nos encaramos e ficamos um acariciando o peito do outro. O vigor dos toques dele em mim assim como sentir a sua musculatura dura e firme era tão fantástico que fazia meu pau pulsar de tanto tesão. E por iss mesmo que tomei a iniciativa e fui deslizando a minha mão pela sua barriga até que toquei meus dedos no elástico de sua cueca. Nessa hora ele encostou-se na cabeceira da cama, jogando sua cabeça para trás como quem quisesse me deixar mais à vontade. Foi então que deslizei meus dedos por baixo do elástico de sua cueca atingindo seus pelos pubianos. Conforme acariciava aquela região, sentia minha mão esbarrar em seu membro duro, até que não resisti e segurei-o firmemente. Nessa hora ouvi um gemido gostoso de meu irmão, mas a melhor sensação era de sentir um pau duro, pulsando em minhas mãos. Foi que então só o fato de senti-lo não era o suficiente, tinha que vê-lo e então o puxei para fora. As minhas mãos que não são pequenas, pereciam ínfimas perto daquele caralho. Conforme o acariciava, perecia que suas veias saltavam ainda mais, assim como saia uma quantidade enorme de líquido da sua enorme glande. Isso sem falar do odor fantástico que exalava. Acabei levando a outra mão e enquanto uma percorria a cacete a outra ficava brincado com o saco dele. Foi então que Renato endireitou-se e levantou-se, mandando que eu me deitasse de barriga para cima. Assim que o fiz, ele entrou entre as minhas pernas e começou a beijar as partes internas de minha coxa. A cada beijo ou mordiscava que dava sentia meu corpo tremer. Ele foi subindo até que senti sua língua quente encostar em minha virilha. Nessa hora ele ergueu o elástico de minha cueca, e puxou minhas bolas para fora e começou a chupa-las. E logo após, ele colocou suas mãos pela abertura da perna de minha cueca e segurou firmemente em meu pau e passou a acariciar. O tesão que sentia era tanto que meu coração parecia que iria sai pela boca. E aumentou mais ainda quando ele puxou meu pau pela mesma abertura que sua mão tinha entrado e após puxar toda a pele para baixo, engoliu meu pau. Nessa hora tive que me segurar para não gozar. Nunca havia esperando em sentir tanto prazer no sexo oral como ele estava me dando ali. Acho que só não urrava de prazer, pois sabia que havia mais gente em casa. Não sei por quanto tempo ficou me chupando, mas sei que depois de um tempo, ele levantou-se, já sem cuecas e ajoelhou-se ao lado de minha cabeça e sem falar nada, enterrou a vara em minha boca. Nossa... a sensação de ser invadindo daquela forma era demais. Na verdade tudo era demais, o cheiro gosto, mas mesmo assim, acabei me afogando algumas vezes já que a sua volúpia e o tamanho de seu cacete não era muito compatível com minha boca. Ficamos assim até que ele deitou ao meu lado e novamente passamos a nos acariciar. Foi mais ou menos nessa hora que ele passou também a beijar e mordiscar meu peito, depois meu pescoço, e quando dei por mim, ele mordia minha nuca e eu já estava de costas para ele. Nessa hora ele me abraçou fortemente, fazendo com que eu sentisse seu pau encostar em minha bunda. Logo depois ele fez com que suas mãos percorressem meu peito, barriga, pau, enquanto esfregava seu peito cabeludo e sua barba por fazer, nas minhas costas e nuca. Até que, sem que percebesse, ele encaixou seu pau na entra de minha bunda e começou a forçá-la. Comecei a sentir dor, mas o tesão era tanto que não me importei e não pedi para que ele parasse. Mesmo sentindo que estava sendo arregaçado, eu queria mais. Mas a dor veio mesmo quando ele enterrou tudo. Nessa hora senti o corpo completamente mole. Tanto que ele percebeu e deu uma parada. Mas com o início da vai e vem, a dor foi diminuindo e a melhor sensação de minha vida surgiu. Quando mais meta com força, mais sentia prazer, e melhorou mais ainda quando eu fui cavalga-lo, tanto que ao ele começar a me masturbar acabei gozando. Foi uma das melhores gozadas de minha vida. Mas o fato de ter terminado não impediu que continuasse até que inundasse minha bunda com sua porra. Caí por cima dele, e ficamos assim por um bom tempo. Depois dessa vez, houve outras, inclusive com mais um membro de nossa família, mas fica para depois. batutaman2000@yahoo.com.br

CHUPETA PRO CUNHADO...

O fato que passo a relatar agora aconteceu ontem, segunda-feira 02 de agosto. Sou o Fabiano, pele clara, 1,82m, 80 kg, corpo bem definido, 25 anos. Sempre tive atração por homens, até já tive umas brincadeiras com amigos. Mais algo ontem me chamava a atenção, minha irmã veio passar as férias do meu sobrinho aqui em casa e meu cunhado veio busca-la porque as férias do sobrinho terminaram e eles precisavam voltar para Bauru interior do estado. Meu cunhado chegou na sexta feira para aproveitar o final de semana. Meu cunhado é moreno, bem mais alto que eu, na verdade um tesão de homem, eu já tinha pensado varias vezes como seria ter uma transa com ele, mais sabia que isso tudo era impossível até ontem. Ontem foi um dia normal como outro qualquer. Na hora do almoço todos almoçaram, e como de costume meu cunhado deitou no sofá para tirar um sono depois do almoço, eu fui até a sala e vi que só se estava ele esparramado no sofá sem camisa, aproveitei, sentei no outro sofá fingindo assistir tv, só para ver aquela delicia de homem, ali inerte tirando o sono dos justos. Eu não conseguia olhar para outro canto a não ser pela mala que se formava entre as pernas dele por cima do shorts, ainda mais que ele parecia roncar. Eu já estava de pau duro olhando aquela maravilha imaginando que surpresa ele guardaria em baixo daquele calção, eu com os olhos fixos naquela mala nem percebi que seu ronco tinha cessado, quando corri meus olhos ao seu rosto vi seu olhos abertos olhando para mim, não tive reação na hora, sai imediatamente da sala só imaginando que meu segredo poderia ter sido descoberto, fiquei impaciente o dia todo, mais também algo me deixava excitado cada vez que lembrava daquele momento dos olhos dele parados aos meus, percebi que toda hora que ele passava perto de mim ele fazia questão de esbarrar em mim, e me olhava com cara de safado. O dia parecia um relógio parado não agüentava mais. Entrei no banheiro para tomar um banho e não agüentei o tesão e soquei uma punheta, gozei feito um louco imaginando o peso daquele macho no meu corpo. Finalmente a noite chegou, todos reunidos na sala depois do jantar, o tempo foi passando e a programação da tv anunciava o inicio da madrugada, a galera começou a se retirar para dormir, ficamos a sós na sala, ele deitado no sofá e eu sentado no outro para melhor apreciar aquela visão maravilhosa, percebi que logo que todos saíram da sala ele começou a roncar e achei impossível que ele estivesse dormindo tão rápido, mais gostei da idéia porque ficaria ali apreciando aquela mala fenomenal. Aquilo parecia me enfeitiçar, mais vi que ele começou a mexer a perna, tipo fazendo uns movimentos de uma foda, aquilo era um sinal verde, percebi também que a mala parecia dobrar de tamanho, na hora senti um calor, um tesão inexplicável. Mais eu estava imóvel, tomei coragem levantei e fui em direção a janela da sala que se encontrava aberta, fechei a janela e ao passar ao lado do sofá onde ele estava estendi minha mão e passei levemente sobre aquele volume que se formava na bermuda dele, nessa hora pude sentir o calor e o tesão que exala dali, tirei minha mão e fui saindo, senti a mão dele segurar a minha mão e voltar ao lugar de onde ela nunca deveria ter saído, ele começou a esfregar minha mão sobre seu pau como se quisesse arrancar seu mastro, e sussurrou baixinho “ Era isso que queria, é todo seu divirta-se”, olhou fundo nos meus olhos querendo me devorar, imediatamente dei a volta me ajoelhei ao seu lado e comecei a passar a língua em cima da sua bermuda, seu pau já latejava, eu podia sentir sua respiração ofegante e pulsação da sua pica querendo rasgar aquela prisão que ainda a detinha. Lentamente tirei sua bermuda o deixando só de cueca, sua cueca também já estava molhada com liquido da sua vara misturada a minha saliva. Comecei uma tortura gostosa pra ele, ergui sua camisa e comecei a passear com a minha língua na região do umbigo descendo até a região pubiana, mordiscava sua pele, ele se contorcia pelo fato de não poder gemer alto se não alguém podia acordar e nos flagrar ali no meio da sala em atitudes suspeitas, desci novamente para sua cueca e comecei a lamber aquela rola maravilhosa por cima da cueca dele que a essas alturas já estava estourando de tanto tesão, ouvi um murmúrio dizendo “Não me tortura mais, engole ele todinho vai “, foi uma reação instantânea, abaixei a cueca e aquela cobra feroz saltou para fora, babando pronta para dar o bote. Galera o cara tem uma pica perfeita, parece que foi desenhada a mão, não muito grande e nem pequena, o tamanho ideal do prazer, abocanhei ela na hora, ele se contorcia agora com muito mais afinco. Ouvia ele sussurrar baixinho palavrões que me fazia cada vez mais aumentar as chupadas naquele pau delicioso “Chupa seu viadinho gostoso, engole ele todinho, quero ele ver tocar sua garganta, humm delicia, vai minha putinha vagabunda, faz a chupeta que sua irmã não faz, isso, que boquinha de veludo ..” Eu chupava aquela vara com tanta volúpia que parecia ser a ultima da face da terra, queria arrancar aquele leite precioso que se escondia dentro daquela tora. Senti seu corpo tremer todo, senti a pulsação do seu pau ficar mais forte e ele a gemer mais alto, senti minha boca inundada numa enxurrada de porra, tentava de todas as formas não deixar escapar uma só gota daquele manjar, mais era impossível O Anderson esporrava e urrava como um cavalo cobrindo sua égua. A sensação foi maravilhosa, limpei sua rola todinha deixando-a pronta para outra, pedi que ele me penetrasse, mais para minha surpresa ele disse que não, que não curtia que a minha chupeta já tinha aliviado seu tesão, que pensaria em meu cuzinho numa próxima visita dele. Fui pro meu quarto fudido, fudido de raiva, mais ao mesmo tempo contente por ter dado prazer aquele homem delicioso, soquei uma bronha no meu quarto revivendo cada segundo daqueles minutos de prazer, gozei muito e como não tinha onde me limpar, fui obrigado a sentir o sabor do meu próprio veneno. Espero que tenham gostado e se rolar algo na próxima visita dele promento contar a vocês .. Abraços